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Calor aquece venda de bebidas, mas água de coco, refrigerantes e sucos estão com preços elevados

Pesquisa realizada pelo Dieese mostra, por exemplo, aumento no preço das frutas para preparo dos sucos

O Liberal

Uma das recomendações de profissionais de saúde para manter a hidratação e amenizar as altas temperaturas é aumentar o consumo de líquidos. Por isso, o calor característico do verão amazônica aquece a venda de bebidas nesse período. Porém, em muitas situações, isso também tem pesado no orçamento do consumidor. Pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Desse), na grande Belém, mostra que o preço de produtos como água mineral, água de coco, refrigerantes e sucos de fruta estão elevados. 

De acordo com a entidade, os refrigerantes em lata de 350 ml estão sendo comercializados nos supermercados com preços que variam de R$ 1,99 a R$ 2,69 dependendo da marca e do local de compra. Nos bares, restaurantes e na venda por ambulantes, a lata de refrigerante fica bem mais cara e pode ser encontrada com preços variando entre R$ 3,00 e R$ 4,00, sendo a grande maioria em torno de R$ 3,50.

Ainda segundo o Dieese, a água de coco está sendo comercializada hoje em praças e esquinas da grande Belém com preços que variam entre R$ 4,00 e R$ 5,00. Se a opção contra o calor for pela água mineral, os preços também estão elevados este ano. Nos supermercados o copinho de 200 ml de água mineral esta custando entre R$ 0,39 e R$ 0,69. Já a garrafinha de 300 ml varia de R$ 0,69 a R$ 0,89 a unidade. Nos bares e restaurantes a água dobra de preço. Os copinhos de 200 ml podem ser encontrados com preços em torno de R$ 1,50 a R$ 2,00 e a garrafinha de 300 ml com preços variando entre R$ 2,00 a R$ 3,00. Nos ambulantes os preços da garrafa de agua de 300 ml e de 500 ml também estão sendo comercializadas com os preços variando entre R$ 2,00 a R$ 3,00.

Já os sucos de frutas custam, atualmente, entre R$ 4,00 e R$ 5,00, dependendo do local de venda. Nos últimos 12 meses, de acordo com o Dieese Pará, uma quantidade expressiva de frutas comercializadas em feiras e supermercados da grande Belém ficaram mais caras e algumas com reajustes acima da inflação. Os reajustes mais expressivos foram verificadas na laranja pera, com alta acumulada de 13,92%, seguida do abacate, com alta de 12,55%; Goiaba vermelha, (9,62%); Maracujá (9,56%); e Abacaxi (7,69%). Já inflação dos últimos 12 meses está calculada em 9,22% (INPC/IBGE).

Palavras-chave

Economia
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