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Após 2 anos sem edição presencial, Festival Internacional do Chocolate e Flor Pará volta a Belém

Evento será de 22 a 25 de setembro no Hangar

Valéria Nascimento

Belém terá de volta, de 22 a 25 deste mês de setembro, o Festival Internacional do Cacau e do Chocolate – Chocolat Amazônia. Iniciativa que mobiliza três cadeias produtivas num único evento. Da produção de cacau e de chocolates finos do Pará, às plantas ornamentais até às joias e biojoias, criadas por artesãos e designers. O Festival foi lançado na noite desta quinta-feira (1), no Espaço São José Liberto, em Belém, mobilizando representantes dos citados segmentos.

Somente da produção cacaueira são esperados 500 produtores de municípios diversos do estado. "O evento é a feira, mas também é um encontro de negócios, com cursos, capacitações e debates técnicos. Nós temos 10 polos de produção e virão 500 produtores. Eles vêm de Cametá, Mocajuba, Paragominas, entre outros municípios paraenses. O foco principal do pessoal das caravanas é a produção de cacau", afirmou a coordenadora do Festival Internacional, pela Secretaria de Estado de Produção Agropecuária e da Pesca (Sedap), a engenheira agrônoma, Dulcimar Silva.

A produtora de cacau e de chocolate fino, Chiara Cruz participou do evento de lançamento do festival, com bastante expectativa. "Os festivais são bem organizados pela Sedap. Em 2019 foi fantástico. Estamos lançando dois produtos novos, as barras de chocolate 70% com flor de sal e o chocolate 70% com nibs.  O com flor de sal é bem ameno, no fim do processo é colocado um salzinho, ele fica suave, o sal aviva os sabores e ele faz isso com o cacau", explicou Chiara, que cultiva cacau em fazenda própria e também industrializa o fruto, num processo de verticalização, vendendo o produto acabado na ponta para o consumidor.    

Jornalista e produtor de plantas ornamentais, mais especificamente, folhagens, Tim Penner, participou do lançamento, nesta noite de quinta-feira, e com entusiamos, também aguarda o festival. "Esse momento do festival é bastante esperado por todos nós. A cadeia produtiva de plantas ornamentais é composta basicamente de agricultores familiares, que vivem da distribuição do que produzem, então, quando você para de vender, como nesta crise (pandemia da covid-19), isso afeta diretamente o pequeno produtor que não tem outra fonte de renda", assinalou Tim.

"A expectativa é altamente positiva. O pessoal está animado. Eu trago arranjos com 'o bambu da sorte'. Estes arranjos usam potes de vidros e as plantas são produzidas por nós. Garrafas de vidro que iriam para o lixo, a gente corta, recicla, e faz um objeto chic que decora um ambiente sofisticado", seguiu o jornalista, referindo-se à produção dele.

O lançamento do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau e Flor Pará reuniu representantes dos setores público e privado, que degustarsm produtos da produção cacaueira e de derivados de chocolate cem por cento paraense.

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