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IRPF 2026: Receita Federal abre consulta ao 2º lote de restituição ; veja quem recebe primeiro

O segundo lote integra o cronograma regular de restituições deste ano, que passou a contar com quatro pagamentos mensais

Gabrielle Borges

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2026. O pagamento está previsto para o dia 30 de junho, conforme o calendário oficial divulgado pelo Fisco.

O segundo lote integra o cronograma regular de restituições deste ano, que passou a contar com quatro pagamentos mensais, em vez de cinco. A mudança concentra a maior parte dos valores nos dois primeiros lotes, acelerando o repasse aos contribuintes que têm direito ao ressarcimento.

Calendário da restituição do IRPF 2026

Confira as datas já definidas pela Receita Federal:

  • 1º lote: 29 de maio (já pago)
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto

A consulta costuma ser disponibilizada cerca de uma semana antes da data de pagamento. Para verificar se foi incluído no lote, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal ou o aplicativo “Meu Imposto de Renda”, informando CPF, data de nascimento e o ano da declaração.

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Quem tem prioridade na restituição do IR?

A Receita Federal segue uma ordem de prioridade estabelecida por lei para o pagamento das restituições. Têm preferência:

  • Pessoas com 80 anos ou mais;
  • Idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência ou com doenças graves;
  • Contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério;
  • Quem utilizou a declaração pré-preenchida e optou por receber via Pix;
  • Demais contribuintes, conforme a data de envio da declaração.

Segundo a Receita, cerca de 80% das restituições devem ser pagas já nos dois primeiros lotes, programados para maio e junho, beneficiando milhões de brasileiros.

Contribuintes que não forem contemplados no segundo lote ainda poderão ser incluídos nos pagamentos de julho e agosto. No entanto, Inconsistências na declaração ou erros de informação podem levar à retenção na malha fina e atrasar o recebimento.

(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)