Wesley Safadão fala sobre amor e fidelidade a Belém no 'Vai Safadão'
A abertura do Circuito Mangueirão, admiradores contam histórias de superação e a trajetória de dez anos acompanhando o ídolo pelo Brasil
Neste sábado (17), Wesley Safadão comanda a abertura do pré-Carnaval de Belém no Circuito Mangueirão. A partir das 17h, o cantor irá se unir a Léo Santana, Joelma e Marcynho Sensação para animar os foliões em Belém.
Safadão sai do WS On Board, seu festival realizado a bordo de um navio, e desembarca em Belém para animar os micareteiros. Além disso, no trio elétrico, o cantor promete mais de duas horas de show. Essa intensidade nos shows, pede uma preparação especial.
“Eu me preparo o ano inteiro para os meus compromissos. Treino todos os dias, procuro comer direito, quando dá eu durmo cedo, enfim, tento manter uma rotina regrada e intensifico quando sei que tenho essas apresentações mais longas, além de fazer o que eu amo já é meu combustível”, diz o artista.
Se ele está preparado fisicamente, com um repertório focado no Carnaval: “Eu reúno com os meus meninos da banda e além das minhas músicas e músicas que a gente sabe que a galera curte, a gente vê o que está tocando no momento e o que dá pra incluir. Eu mudo muita coisa na hora também depende de como vejo a reação do público.”
VEJA MAIS
Em julho, o artista esteve no Mangueirão sendo uma das atrações do "Parárraiá". Na ocasião, ele aproveitou para se declarar mais uma vez à capital paraense diante de 150 mil pessoas. Inclusive, Safadão reforça esse sentimento intenso pelos fãs locais: “É sempre muito gostoso estar em Belém que me recebe com tanto carinho todas as vezes que eu vou. Vamos fazer uma zuada juntos, Vai Safadão”.
Se ele se sente amado é porque os fãs amam o artista e demonstram isso em cada apresentação. Nedson Gemaque, por exemplo, segue Safadão por diversos lugares em Belém. O fã começou a admirar o trabalho do artista em 2017.
“O ‘Vai Safadão’ em Belém é diferente porque aqui o amor do público é verdadeiro. A gente canta olhando pro palco como quem agradece. É troca de carinho, de energia, de emoção. O Safadão sente isso, por isso sempre diz que Belém é especial. Aqui não é só show, é encontro de corações que batem no mesmo ritmo das músicas dele”, explica Nedson Gemaque.
A caminhada dele como fã teve encontros marcantes com o ídolo. Em Belém, por exemplo, não tem uma apresentação em que ele não tente chegar mais perto de Safadão; esse momento celebra toda a força que Nedson tem nessa relação com o artista.
“Conheci o Wesley Safadão no momento mais triste da minha vida. Eu estava meio que entrando em depressão, sem rumo, sem alegria, só sabia chorar. Eu tinha apenas 18 anos. Um dia, escutando música no YouTube, apareceu ele cantando em um show a música ‘Tentativas em Vão’ e, logo depois, ‘Camarote’. Aquela energia entrou em mim de um jeito inexplicável. Eu não sei dizer como foi, só sei que foi real. Naquele instante, parece que a tristeza ficou pequena e nasceu dentro de mim um único desejo: ver ele de perto, abraçar ele”, conta.
Nedson ainda pontua que uma dessas músicas que fizeram ele conhecer o artista se tornou especial durante a sua trajetória pessoal: “Se tocar ‘Tentativas em Vão’, meu coração não aguenta. Eu canto com a alma, fecho os olhos, lembro de tudo que já vivi e sinto como se ele estivesse cantando só pra mim. É aquela música que abraça por dentro, que faz a gente esquecer o mundo por alguns minutos.”
Com seu ingresso em mãos e o abadá customizado, Marcielly Monteiro é a fã da grade. Nos shows do seu ídolo, ela é daquelas que chega cedo, mas que chega cedo mesmo, muitas horas antes de abrirem os portões; vai em busca de ficar na grade, coladinha no palco, e leva sempre uma plaquinha com o seu nome para Safadão mandar um alô especial.
“Acho que todo o diferencial do festival Vai Safadão é justamente a conexão entre o Wesley e o público. Há um termo que se chama simbiose, que é uma relação de interdependência onde ambos se beneficiam e se completam; é exatamente isso que sinto no show do Wesley. Ele se ligou ao público paraense de uma forma única, criando essa simbiose. Com a arte dele, consegue entregar um espetáculo único de ser vivido, e nós, como público, retornamos a ele toda a energia que ele transmite”, disse Marcielly.
Em 2026, faz 10 anos que ela é fã de Wesley Safadão e passou a viver momentos especiais ao lado dele, seja em shows, gravações de projetos, lançamentos, dentre outros. Seja onde for e o que for, a fã estará colecionando memórias com o ídolo.
“Há uma música dele que diz ‘quem nunca amou não sabe entender’, inclusive é o lema do meu fã-clube Vips do Safadão. Essa frase consegue exprimir minimamente o amor de fã. E, sem dúvidas, hoje, se houvesse a oportunidade de falar algo ao meu ídolo, eu agradeceria por ele ser meu resgate, meu ‘chá pra relaxar’ (outra música dele). A arte do Wesley me abraçou em um dos momentos mais difíceis da minha vida; a saúde mental abalada te leva a regiões de vivências extremamente obscuras, e foi ele, por meio da música, que me mostrou uma fresta de luz! O poder de resgate da arte só é dimensionado quando sentido, então, por aqui, meu eterno sentimento de gratidão por ele ser minha luz na escuridão! E para aqueles que não entendem é isto: quem nunca amou não sabe entender”, finaliza Marcielly Monteiro.
Agende-se
Data: sábado, 17
Hora: 17h
Local: estádio Mangueirão - Rod. Augusto Montenegro, s/n - Km 03 - Mangueirão, Belém
Palavras-chave