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Websérie 'Se Rasgum 15 anos' estreia nesta terça, 23

Em quatro episódios, o diretor Vladimir Cunha conta a história da produtora, que passa pelo festival que se tornou um dos maiores do país.

O Liberal

A Se Rasgum Produções, realizadora do festival homônimo que se tornou um dos maiores do Brasil, comemora 15 anos com o lançamento da websérie documental sobre a história da produtora, que está inserida na origem do próprio festival e da cena da música autoral dos Anos 90 e 2000, em Belém. “Se Rasgum 15 anos” estreia nesta terça-feira, 23, às 20 horas, no canal do Se Rasgum no Youtube.

A série de quatro episódios tem a direção de Vladimir Cunha e foi realizada graças ao do Prêmio Funarte Festivais de Música 2020. O documentário traz imagens de época e depoimentos de bandas importantes da cena local, como Suzana Flag, Eletrola, A Euterpia e Stereoscope, que foram o ponto de partida para o surgimento do Festival Se Rasgum.

“É uma série que não é exatamente sobre o festival, mas sobre uma geração de artistas. A produtora apareceu no momento em que a geração das bandas dos anos 90 tinha acabado e a nova geração do ano 2000 não tinha aparecido. A cidade estava tomada de bandas cover. Foi quando um grupo de pessoas começa a fazer uma festa, que vira uma produtora de show e que vira um festival”, descreve Vladimir. Ele é autor do livro sobre os 30 anos do programa de rádio 'Balanço do Rock', que se conecta com a história do Se Rasgum.

Inicialmente chamada de ‘Dançum Se Rasgum Producciones’, a produtora alavancou a produção da música autoral de Belém no começo dos anos 2000 e revelou artistas paraenses para o Brasil, como Dona Onete e Gang do Eletro. Artistas já consagrados também passaram pelo palco do festival, como Gal Costa, Afrika Bambaataa, Tom Zé, Moraes Moreira, Mac Demarco, Arnaldo Antunes, Ben Kweller e Nada Surf.

“Um documentário muito empolgante que conta nossa história desde o começo, quando não tínhamos a menor ideia do que viraria aquela festinha indie”, conta Marcelo Damaso, um dos criadores do Se Rasgum. “Nos tornamos uma produtora que entendeu os anseios culturais da nossa região, criou mais produtos que revelassem novos artistas. Mais de mil artistas já passaram pelos nossos palcos”, acrescenta Renée Chalu, sócia-diretora da Se Rasgum Produções.

Episódios

Os episódios serão disponibilizados sempre às terças-feiras, nos dias 23 e 30 de novembro, 07 e 14 de dezembro, sempre às 20 horas. O primeiro episódio fala sobre o surgimento das festas do Café com Arte. “Um grupo inventou a festa ‘Dançum Se Rasgum’. Eles (criadores do festival) acharam o nome legal e acabaram dando o nome pra produtora”, antecipa

O segundo, episódio fala da banda Suzana Flag, de Castanhal, que motivou os criadores da produtora de deixar de fazer festa e começar a promover show. “O terceiro episódio fala sobre o show do Wander Wildner e como isso motivou que outras bandas aparecessem, como Euterpia, e Stereoscope e a cena que se tornou em torno do Café com Arte, em que as pessoas iam ver show de banda autoral locais e também de fora”, descreve. E o último episódio da série fala sobre como foi criado o festival.

“O Se Rasgum tem marcos, como o show do DJ Maluquinho, que foi o primeiro show do technobrega que saiu da periferia, dos shows de aparelhagem, para tocar para um público mais cult e alternativo. Outro marcou foi o show do Pinduca em que tocou o Pato Fu, show do Otto e Cravo Carbono, entre outros”.

Cinema
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