Festival de Cinema de Bragança encerra nesta quinta-feira com entrega do troféu Valdir Sarubbi

O município no nordeste paraense sedia o 2º Festival Curta Bragança com exibição de 41 trabalhos selecionados

Redação Integrada

O 2º Festival Curta Bragança exibe, às 19h, o filme "A Besta Pop", de Artur Tadaiesky, Fillipe Rodrigues e Rafael B. Silva (2018), no Auditório da Fundação Educadora de Comunicação. Este ano o festival teve 312 inscritos, entre ficção, documentários e videoclipes vindos de vários estados brasileiros. Ao todo, 41 trabalhos foram selecionados e concorrem ao troféu Valdir Sarubbi, que será entregue durante uma cerimônia de encerramento nesta quinta (4) aos vencedores, às 20h30. Entrada gratuita.

A programação teve início na quarta-feira, dia 3, com a estreia do curta-metragem "Tônica da Cidade", de Viviane Rodrigues. Nesta quinta (4) o evento conta com as mostras competitivas que serão realizadas das 9h às 12h, no auditório da Fundação Educadora de Comunicação, além da oficina “Cinema de baixo custo: dicas de direção e produção”, das 8h às 12h e das 15h às 18h, no Estúdio de TV do Projeto Aluno Repórter, ministrada por Jeane Navegantes Ribeiro e Eduardo Cordeiro, além da Roda de Conversa “Cinema hoje no Brasil”, das 18h às 19h.

O Festival Curta Bragança celebra a produção independente, que se revigora e oxigena-se por meio de mostras regionais. Este ano, além das mostras competitivas, a iniciativa oferece ao público oficinas de roteiro, produção e documentário, com realização em parceria com a Universidade Federal do Pará, Curso de Cinema, e o projeto Aluno Repórter: a Imprensa na Escola, iniciativa premiada que trabalha com rádio e TV com alunos das escolas públicas estaduais.

“Este ano, ainda não conseguimos todos os apoios que buscamos, mas os envolvidos mantiveram a parceria que garantiram a parte estrutural do festival. Já inscrevemos o festival para uma terceira edição em edital e esperamos conseguir aprovação para fazer um belíssimo evento, ano que vem, como deve ser”, diz o produtor e roteirista San Marcelo, da Sapucaia Filmes, produtora audiovisual bragantina.

A intenção, segundo San Marcelo, é fixar, marcar território e um dia conseguir sustentar-se como uma plataforma visível para todo o estado e a para o país, no que diz respeito a produções audiovisuais. Em paralelo, para 2020, a organização do festival também está se propondo a fazer o Cinema de 5ª, quinzenalmente, com exibições de filmes para formação público.

As duas mostras competitivas, com prêmios de Melhor Documentário, Melhor Ficção e Melhor Video Clipe, oferecem aos concorrentes o troféu Valdir Sarubbi, que homenageia o artista plástico bragantino, falecido há quase 10 anos e ainda pouco conhecido pelos próprios conterrâneos que moram na cidade.

Os 15 documentários, 16 ficção e 10 videoclipes nas mostras foram selecionados por uma curadoria interna, que fez parte da organização do festival, que tem como objetivo promover, exibir, discutir, valorizar e difundir a o Curta-Metragem Brasileiro, revelando o atual panorama do audiovisual regional, além de promover um diálogo entre a produção nacional e os realizadores locais.

Cinema
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