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Whindersson Nunes fala sobre luta contra excessos e diz que usava 'todo tipo de droga'

Humorista contou que buscou ajuda voluntariamente em 2025 e falou sobre compulsividade e impulsividade

O Liberal

Whindersson Nunes decidiu falar publicamente sobre um dos períodos mais delicados da própria vida. O humorista revelou detalhes da internação voluntária em uma clínica de reabilitação, realizada em fevereiro de 2025, e afirmou que chegou a usar “todo tipo de droga” antes de procurar ajuda.

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Durante conversa com Maya Massafera, o influenciador contou que enfrentava um quadro de depressão e buscava formas de aliviar o sofrimento emocional vivido naquele período.

Segundo ele, a tentativa de encontrar respostas e sentido para a vida acabou se misturando ao contato com diferentes substâncias ao longo da carreira artística.

 “Muita gente me procura como uma pessoa que tem as respostas, talvez porque eu tenha vindo de um lugar muito difícil e me tornei quem eu me tornei. ‘Poxa, ele deve saber de alguma coisa’”, declarou.

Humorista negou rumores sobre internação

Meses após deixar a clínica, Whindersson voltou a comentar a experiência e negou rumores que circularam nas redes sociais sobre a internação.

“O pessoal pensava que eu estava preso, camisa de força. Não foi. Em 2025, fui porque quis, um lugar que fui muito bem acolhido, foi muito bacana”, afirmou.

Durante o tratamento, o humorista contou que realizou uma avaliação neuropsicológica e recebeu diagnóstico de superdotação.

Segundo ele, o laudo apontou altas habilidades ligadas à criatividade, mas também identificou traços de impulsividade e compulsividade. “Lá, eu tive um diagnóstico de superdotação. Fiz o teste neuropsicológico com a especialista, deu um QI elevado, uma parada de altas habilidades para a criatividade. Com tudo vem uma coisa ruim, está no laudo: compulsividade e impulsividade”, disse.

Diagnóstico ajudou humorista a entender compulsões

Whindersson afirmou que o diagnóstico ajudou a compreender comportamentos ligados aos vícios e excessos em diferentes áreas da vida.

“É por isso então que às vezes eu coloco um copinho de whisky só para esquentar e quando vou ver já sequei a garrafa toda sozinho e sem um amigo para conversar”, relatou.

Ao refletir sobre o período, o humorista disse que passou a observar melhor os próprios impulsos e buscar mais equilíbrio emocional. “Mulher vicia, pornô vicia, exercício físico vicia, açúcar vicia, tudo vicia”, completou.