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Vocalista da Banda Djavú critica Gaby Amarantos e Viviane Batidão em treta do tecnomelody

Geandson Rios comentou a origem de sucessos ligados ao tecnobrega e reacendeu antiga rivalidade com paraenses

Hannah Franco

O fundador da Banda Djavú, Geandson Rios, voltou a gerar repercussão ao comentar antigas polêmicas envolvendo o tecnomelody paraense. Durante participação no podcast Salada Cast, o empresário e vocalista relembrou a relação da banda com o ritmo criado no Pará, falou sobre a Banda Ravelly e fez críticas direcionadas às cantoras Gaby Amarantos e Viviane Batidão.

Ao ser questionado sobre a falta de união entre artistas ligados ao tecnomelody, Geandson afirmou que Gaby Amarantos costuma fazer declarações que, segundo ele, não contribuem para o fortalecimento do gênero musical.

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"Até hoje a Gaby Amarantos está aí falando um monte de abobrinha. O tecnomelody ela se intitula dona, né? Ela não é dona de nada", declarou.

Durante a entrevista, o cantor também voltou a comentar a antiga polêmica envolvendo a Banda Ravelly, grupo paraense frequentemente associado à origem de músicas que posteriormente ficaram conhecidas na voz da Djavú.

Segundo Geandson, a banda gravou algumas canções após obter autorização dos compositores e a controvérsia ganhou força depois que a Djavú alcançou projeção nacional. "Por que nós estouramos. Eles eram conhecidos, mas nós passamos a ser conhecidos a nível Brasil e até do mundo", afirmou.

O vocalista também disse acreditar que boa parte da rivalidade foi alimentada por fãs e por discussões nas redes sociais. Em outro momento da conversa, Geandson questionou o posicionamento de Gaby em relação ao tecnomelody e sugeriu uma aproximação entre os artistas. "Então Gaby Amarantos, se toca! Gaby, se une comigo, cola comigo, tu vai fazer sucesso", declarou.

Na sequência, ele também citou a cantora Viviane Batidão, afirmando que ela seria outra artista que mantém divergências com a banda.

Apesar das críticas, Geandson afirmou que considera as cantoras paraenses grandes artistas e defendeu uma maior união entre os representantes do gênero.

"Eu acho que a gente pode falar. São grandes artistas, são pessoas maravilhosas. Eu acho que, em vez de dividir, somar seria bem melhor", concluiu.

O conflito entre a Banda Djavú e artistas do tecnomelody paraense remonta ao fim dos anos 2000, quando o grupo ganhou projeção nacional ao interpretar músicas associadas ao gênero musical criado no Pará. Desde então, debates sobre reconhecimento artístico, autoria e representatividade do ritmo seguem gerando discussões entre fãs e músicos.