Conselho Tutelar notifica escola de filha de Virginia e Zé Felipe após faltas
Órgão apura faltas de Maria Alice e cobra esclarecimentos da instituição em Goiânia
O Conselho Tutelar de Goiânia notificou a escola onde estuda Maria Alice, filha da influenciadora Virginia Fonseca e do cantor Zé Felipe, para apurar supostas faltas recorrentes da criança, de 4 anos. A medida foi tomada após uma denúncia anônima que aponta ausência frequente nas aulas.
De acordo com o órgão, a instituição de ensino tem até o dia 13 de abril para prestar esclarecimentos sobre a frequência escolar da aluna. Até o momento, a notificação foi direcionada apenas à escola. A apuração busca verificar se as faltas foram devidamente justificadas pelos responsáveis legais, especialmente porque a criança está próxima de completar 5 anos, idade em que a presença escolar passa a ser obrigatória.
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Segundo o Conselho Tutelar, também será analisado se a escola cumpriu o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê a comunicação ao órgão em casos de ausências injustificadas.
Caso sejam identificadas irregularidades, tanto em relação às faltas quanto à comunicação, os responsáveis poderão ser convocados para prestar esclarecimentos na sede do Conselho Tutelar da região leste de Goiânia. O objetivo, conforme o órgão, é garantir o direito à educação da criança e orientar a família sobre as medidas previstas na legislação.
Posicionamento da família
Em nota, a assessoria de Virginia Fonseca e Zé Felipe informou que o caso não será comentado publicamente por envolver menor de idade e tramitar sob sigilo, conforme prevê o ECA.
A repercussão do caso ocorre após declarações recentes de Zé Felipe sobre a rotina dos filhos. Em publicação nas redes sociais, o cantor afirmou que pretende reduzir as viagens frequentes para não prejudicar a frequência escolar.
“Acabou esse negócio de viajar. Sem Copa do Mundo, sem viagem […] Esse negócio de ficar quebrando rotina… acabou”, disse. Segundo ele, em casos de necessidade, as viagens devem ser curtas e, se possível, com acompanhamento de um professor, para evitar prejuízos aos estudos.
A frequência escolar de Maria Alice passou a ser discutida após informações indicarem que a criança teria comparecido a poucos dias letivos desde o início das aulas, em fevereiro de 2026. Já os irmãos mais novos — Maria Flor, de 3 anos, e José Leonardo, de 1 ano — ainda não têm obrigação legal de frequentar a escola.
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