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Sob coordenação do Departamento de Marketing do Grupo Liberal, aborda os temas relacionados à economia, negócios, tecnologia, comportamento e áreas afins. Publicação aos domingos, terças e quintas. A coluna recebe sugestões pelo e-mail maisliberal@oliberal.com.br.

Alexandre Garcia, Priscilla Castro e Summit Amazônia Produtiva

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PAPO LIBERAL

Um dos ícones do jornalismo brasileiro, bem conhecido dos paraenses, estará mais próximo de nós. A partir desta quarta-feira, 12, Alexandre Garcia terá espaço diário, na Liberal FM, e sempre às quintas-feiras, em O LIBERAL e OLiberal.com. Antes da estreia, o jornalista bateu um papo com a Mais Liberal.

Alexandre Garcia (Divulgação)

Como é iniciar a parceria com o Grupo Liberal em um momento de forte polarização política no País e com a economia brasileira dando sinais de reaquecimento?

Primeiro, registro a honra de integrar um grupo de tanto prestígio e tradição. Vejo um momento de recuperação, depois da maior recessão da história. A economia já cresce à razão de 2% ao ano e o otimismo está de volta. O PIB deve fechar o ano acima das previsões e, ano que vem, a tendência é superar de novo as previsões. Mas não vejo polarização. No Congresso, praticamente não há oposição e a ideia de polarização é porque nos últimos anos só um lado ocupava as notícias. Agora, como seria normal em democracia, há dois lados se manifestando e um deles, pelas vozes nas ruas e nas redes sociais, majoritário, exige mudanças para reverter o desmonte da nacionalidade, promovido nas últimas décadas.

Como você avalia esses primeiros 11 meses de governo Bolsonaro?

Tivemos uma "revolução de outubro", no ano passado. Uma reação a um sistema falido e antiquado que estava sendo imposto aos brasileiros. Sem marqueteiro, sem dinheiro, sem apoio da mídia, venceu uma ideia que está sendo posta em prática. Até agora muitas modificações foram feitas, embora um ano não seja suficiente para corrigir os rumos. Foi feita a Reforma da Previdência, que a França não consegue fazer; os homicídios despencaram por medo da lei, a corrupção no governo deixou de existir; os ministérios são do presidente, e não de partidos políticos; as estatais já não são usadas por partidos; os empresários vão se liberando da burocracia. Mas ainda falta despartidarizar escolas públicas, fazer as reformas administrativa e tributária e prender os recondenados, para acabar com a cultura da impunidade.

Qual o papel do jornalismo no cenário político-econômico e na democracia?

O de sempre: ser fiel aos fatos e não procurar concorrer com as fake-news; não misturar reportagem com opinião; não misturar jornalismo com militância ideológica, mas respeitar leitores e audiência, deixando a opinião para o editorialista.

Você terá espaços no jornal, no portal e na rádio. Como avalia a integração cada vez maior entre as mídias?

Necessária. No mundo digital, em que o jornal tem um público mais tradicional, o portal chega mais aos jovens. E o rádio se mantém forte, tendo sobrevivido com galhardia aos que previam vida curta quando chegou a TV. O rádio é o meio de maior abrangência, entre os tradicionais - e todos precisam se entrelaçar, para atender a diversidade de demanda.

O que o público paraense pode esperar da sua coluna semanal e de seus comentários diários?

Temas de interesse nacional que interessam a cada paraense como brasileiros que são. Brasil não é um mapa nem uma Constituição; somos nós, gaúchos, nordestinos ou paraenses, que precisamos fazer nossos destinos e precisamos saber o que se faz em nosso nome, com nossos impostos e com o nosso futuro e de nossos filhos e netos. Tento ser o observador dos fatos e porta-voz de todos.

PÍLULAS DIGITAIS 

Na Mais Liberal digital deste domingo, Francy Rodrigues dá dica de como usar perfis pessoal, profissional e comercial no Instagram.

#PRINOJN EM 2020

Com desempenho elogiado pela direção da Rede Globo, a jornalista paraense Priscilla Castro, da TV Liberal, foi convidada a ingressar no rodízio de apresentadores do Jornal Nacional. Assim como outros profissionais que participaram do projeto JN 50 anos, Priscilla irá comandar o telejornal em 2020 em, pelo menos, duas edições. "A emoção de voltar à bancada do JN se renova. Ganhei experiência, mas sei que a responsabilidade é enorme, e sempre será. Muito feliz", revelou Priscilla à Mais Liberal.

Priscilla Castro (Divulgação)

NATAL KOPENHAGEN 2019

As delícias típicas desta época do ano já chegaram às unidades da Kopenhagen, em Belém. Para o Natal 2019, a marca premium vem com uma linha de 47 itens, sendo 17 lançamentos. São  produtos que atendem a todos os perfis e gostos. Entre as opções, cestas, presentes, figuras de Natal, enfeites, produtos funcionais, linha infantil e panetones. O destaque da campanha é o Panetone Língua de Gato Exagero, com 1,5 kg, com gotas e recheio de chocolate ao leite, decorado com a tradicional língua de gato Kopenhagen e medalhão ao leite. É um 1 kg de chocolate e pura tentação.

(Divulgação)

SUMMIT AMAZÔNIA PRODUTIVA

É nesta quarta, 11, o primeiro da série de três summits que serão realizados pelo Grupo Liberal para dialogar sobre o presente e o futuro do desenvolvimento da Amazônia. Vão debater os "Aspectos  Socioambientais e Econômicos da Atividade Mineral" na região nomes como Cinthia Rodrigues, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento do Instituto Brasileiro de Mineração; Igor Alves, doutor em Geologia sedimentar pela UFPA; e Eduardo Leão, diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em oliberal.com/summit. O patrocínio é da Vale e o apoio é da Simineral. Confira a programação completa e os perfis dos palestrantes.

(Divulgação)
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