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Sob coordenação do Departamento de Marketing do Grupo Liberal, aborda os temas relacionados à economia, negócios, tecnologia, comportamento e áreas afins. Publicação aos domingos, terças e quintas. A coluna recebe sugestões pelo e-mail maisliberal@oliberal.com.br.

Arte urbana paraense na França, mestrado em Ameaças Biológicas e #FalaMana

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Papo Liberal

image Drika Chagas (Arquivo Pessoal)

A Mais Liberal conversou com Drika Chagas, artista urbana paraense que está há um ano na França para participar de projetos e exposições. Confira!  

Drika Chagas

Como surgiu a paixão pela arte e quando você se deu conta de que se tornaria algo profissional? 
Quando criança, já gostava de pintar e desenhar. Desde cedo, ficou muito claro que iria fazer algo relacionado à pintura e acabei me graduando em Artes. Um ano após sair da Universidade, me vi trabalhando com algo que realmente realizo com amor. Atualmente, estou há um ano na França, participando de projetos e exposições. Até o dia 15 de março, sigo com uma exposição na cidade de Lyon, no espaço Sampa. Ainda neste mês, participo de um projeto no Arrondissement 10, em Paris, e, em abril, no Arrondissement 12, em parceria com associação Pixo e Marie de Paris. Em maio e junho, estarei em uma exposição coletiva na região da Borgonha, com a presença de diversos artistas internacionais. Recentemente, também fui selecionada para uma pintura coletiva em uma velodrome na Suíça.

Como você avalia a arte urbana, em especial o grafite, nos dias atuais?
Atualmente, a arte urbana é uma expressividade muito ampla. Temos diversos estilos. O grafite é um dos primeiros, com grande representatividade em diversas partes do mundo. No Brasil, temos artistas com um nível ótimo em técnicas e ideias. Acredito que o movimento é um espelho da sociedade em que vivemos. Expressa os incômodos, os problemas sociais e a cultura representada por diversas regiões.

Por quantos destinos você já levou a sua arte e o que significa para você representar o Pará mundo afora?
Acredito que estou no início de uma longa jornada com minha arte. Já consegui levá-la por alguns lugares do Brasil e fora. Agora, estou na Europa fazendo conexão com outros artistas e projetos artísticos e, com certeza, é muita satisfação levar um pouco da minha pintura onde várias referências de construção vieram da nossa cultura presente em Belém. Tenho muito orgulho por ter nascido em um lugar com uma riqueza cultural enorme.

Qual obra sua foi mais marcante para você e por quê?
É muito difícil escolher uma obra, porque cada projeto tem sua importância. Mas, em 2018, fui selecionada no prêmio de produção artística pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e, em parceria com a Amazônia Criativa, realizamos o projeto Sete. Ele trouxe a presença das mulheres em territórios urbanos, onde realizei sete intervenções em bairros periféricos de Belém. Todos os murais foram inspirados em mulheres com forte atuação em seus bairros. Conheci mulheres incríveis e com histórias de ativismo e representatividade.

O preconceito de que o grafite não é uma arte ainda é comum? Você já viveu alguma situação relacionada a isto?
Já pintei em diversos estados e alguns países e não vejo um preconceito da grande parte da população em relação ao grafite. Na maioria das vezes, eles compreendem que há um estudo para realizar a pintura. Mas, em Belém, às vezes, por eu estar com uma lata de spray na mão, algumas pessoas que passam rapidamente pensam que estou pinchando. Atualmente, temos a presença de muitos homens na arte urbana e no próprio grafite. Isso faz com que oportunidades de trabalhos e projetos sejam mais aprovados entre eles. Mas, aos poucos, surgem mulheres artistas ganhando as ruas e representatividade com suas obras.

Expansão

image Fred Chimiti (esq.), Mauro Cleber, Dico Chimiti, Alex Rodrigo, Carol Sabóia e Marcus Pereira (Divulgação)

O + Barato Varejo e Atacado inaugurou uma nova unidade na capital paraense, na última sexta-feira, 28. A loja fica na Av. Governador José Malcher.

#FalaMana

image

É o nome do projeto cross media e cross content que o Grupo Liberal desenvolveu para ampliar a discussão sobre temas que impactam as mulheres e toda a sociedade. Durante todo este mês, mulheres paraenses darão voz a assuntos como feminismo, empoderamento, sororidade, patriarcado e os diversos tipos de assédio. O projeto inclui vídeos, que serão exibidos na TV Liberal; uma websérie com quatro episódios, hospedada em OLiberal.com; anúncios com as frases mais impactantes dos depoimentos das profissionais em O Liberal e no Amazônia; e um debate ao vivo, no estúdio multimídia do Grupo Liberal, transmitido pelo portal e perfis nas redes sociais e comandado pela jornalista Rita Soares.

Mais ao vivo e economia

Nesta segunda, 2, a GloboNews estreia mudanças na grade. O celebrado ‘Em Pauta’, sob o comando de Marcelo Cosme, será ampliado. Passa a ir ao ar das 20h às 22h. Os programas de entrevistas de Andréia Sadi, Miriam Leitão, Roberto D'Avila e Gerson Camarotti migram para a faixa das 23h. Dessa forma, o canal passará a ter 17 horas e meia de programação ao vivo. Outra novidade serão boletins sobre economia apresentados por especialistas do Valor Econômico, diretamente da redação do jornal. Serão exibidos entre 6h e 20h, todos os dias.

image O cirurgião-dentista Felipe Bulcão, da Brazilian Dental Group, participa, no próximo dia 6, de um treinamento para uso de um novo equipamento de última geração para clareamento à laser, que será realizado em São Paulo. (Arquivo Pessoal)

Segurança biológica I

A Universidade Federal do Pará prorrogou até o dia 24 de março as inscrições para o mestrado na linha de pesquisa de Ameaças Biológicas. O edital unificado dos cursos de pós-graduação está disponível no site ppgbaip.propesp.ufpa.br. Além do coronavírus, outras doenças e situações de risco biológico serão abordadas no curso.

Segurança biológica II

Para participar do mestrado, os candidatos devem obrigatoriamente ter graduação nas áreas de Saúde, Ciências Biológicas ou Agropecuária, além de estarem vinculados a instituições atuantes na prevenção e combate a essas ameaças como Defesa Civil, Forças Armadas, órgãos governamentais ligados à Segurança Pública, Saúde, Meio Ambiente e Agropecuária e outras instituições como Cruz Vermelha e Médicos Sem Fronteiras. Mais informações pelos telefones (91) 3201-8412 e 3201-7934.  

Pílulas Digitais

Francy Rodrigues fala sobre as Fake News associadas ao coronavírus. Confira!

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