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CARLOS FERREIRA

ferreiraliberal@yahoo.com.br

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Remo x Ponte: risco do tamanho da chance

Carlos Ferreira

Se avaliarmos que nos 15 jogos como visitante, nesta Série B, a Ponte Preta só conseguiu uma vitória, perdeu nove e empatou os outros cinco jogos, a chance do Remo faturar três pontos, hoje, é acentuada. Mas se considerarmos que o time de Campinas vem jogando bem, e sendo infeliz nos resultados, o risco para o Leão Azul torna-se do tamanho da chance.

Pelo sim, pelo não, o Remo precisa cercar-se de cuidados, principalmente pelos contra-ataques da Ponte pela esquerda com Moisés, um dos melhores atacantes de todo o campeonato. É jogo para o Leão Azul se esmerar e impor com todas as armas pelos três pontos, e ampliar a distância para a Z4, da qual a Ponte trata de se afastar.

Glória de Rosemiro completa 46 anos

No dia 25 de outubro de 1975, o paraense Rosemiro sagrou-se campeão pan-americano como titular da seleção brasileira, ainda como atleta do Remo, ao lado de Carlos, Edinho, Mauro, Chico Fraga, Pita, Batista, Cláudio Adão... Pouco tempo depois de brilhar com a camisa verde e amarela, Rosemiro foi vendido pelo Remo ao Palmeiras.

Nesta segunda-feira, a glória de Rosemiro completa 46 anos. Ele está na história como um dos dois únicos jogadores a atuar pela seleção brasileira (de novos) ainda trabalhando no futebol do Pará. O outro foi Manoel Maria, que chegou à seleção pré-olímpica em 1968 ainda como atleta da Tuna, que logo o vendeu para o Santos.

BAIXINHAS

* Por que a Ponte Preta tem a marcaca como mascote? A Ponte sempre cobrou reconhecimento da primazia na presença de negros no time. Esse ativismo na causa dos negros ensejou a macaca como mascote, por sarro dos rivais, inicialmente de forma pejorativa, depois legitimada pela própria torcida.

* No Pará, Bruno de Menezes, o Bento, do Guarani, nas primeiras edições do campeonato estadual, teria sido o primeiro negro em campo. É o que indica pesquisa inicial de Itamar Gaudêncio, que segue estudando a questão.

* Papão x Japiim. Na semifinal do Parazão deu Paysandu. Agora, duplo duelo novamente (ida e vola) valendo passagem à semifinal da Copa Verde, com o time bicolor na versão alternativa. Disputa pra lá de equilibrada!

* O Japiim ganhou do nada um desfalque impactante. Leandro Cearense recebeu cartão vermelho em Boa Vista, por agressão verbal à arbitragem, quando o jogo contra o São Raimundo já havia terminado. Canga èlé o herdeiro natural da vaga.

* Segundinha ou Série B do campeonato paraense? Há uma posição entre os clubes de rejeição ao tratamento da imprensa à competição como Segundinha. A justificativa é que fica mais difícil atrair patrocinadores, como se construíssem uma imagem atraente.

* Seguramente, a nossa "Segundinha" é o campeonato estadual Série B com maior visibilidade, justamente por ser um misto de disputa intensa e folclore envolvente. Transformar essa ampla visibilidade em dados estatísticos deveria ser a primeira providência para convencer o mercado de que vale a pena patrocinar. Argumentos esfarrapados não ajudam em nada.

Carlos Ferreira
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