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CARLOS FERREIRA

ferreiraliberal@yahoo.com.br

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Como surgiram os mascotes Remo e Paysandu?

Carlos Ferreira

Adversários em mais uma decisão estadual, Remo (46 títulos) e Paysandu (47) são "Leão" e " Papão" desde os anos 40. Os mascotes foram meramente simbólicos até a virada do milênio, quando, finalmente, o marketing avançou de arremedo para instrumento de gestão nos dois clubes.

A associação do Remo à figura do Leão ocorreu quatro anos antes de o rival ser associado à figura abstrata, mas marcante, do Papão. O marketing bicolor deu ao Papão a figura física do lobo, símbolo da marca própria do clube. O marketing azulino criou recentemente a marca Rei da Amazônia, alusiva ao "Leão Azul".

LEÃO AZUL: O mascote do Clube do Remo foi escolhido em 1944, pelo jornalista Edgar Proença. O Remo tinha acabado de ganhar do São Cristóvão, no Rio deJaneiro, por 1 x 0, e o jornalista escreveu no jornal "O Estado do Pará": "Como um verdadeiro Leão Azul de garras aduncas, o Clube do Remo foi a própria alma da cidade". Desde então, o Leão tornou-se mascote oficial. (Fonte: clubedoremo.com.br)

PAPÃO: O mascote do Paysandu Sport Club foi criado em 1948, pelo jornalista Everardo Guilhon. Era o "bicho-papão"! Depois, Papão da Curuzu. A inspiração baseou-se no temor que o esquadrão de aço, como era conhecido o time do Paysandu naquela época, passava aos seus adversários. A aparência do mascote é de um lobo, visto que Papão é uma figura imaginária. (Fonte: paysandu.com.br)

BAIXINHAS

* Semana da Pátria, quarta e domingo, decisão do Parazão. Bem apropriado. Remo e Paysandu, duas nações disputando o direito de festejar muito mais o título estadual que a Independência do Brasil. Papão campeão ou Leão tri paraense?

* É direito legítimo do Paysandu questionar a legalidade dos azulinos Marlon e Tcharlles. Mas é inevitável lembrar os argumentos do presidente Ricardo Gluck Paul quando defendia a finalização do campeonato e o título para o então líder Papão, tão logo a pandemia tirou os times de campo. Tudo se justificava pelo impacto da pandemia.

* Agora, esse argumento é da FPF para a manutenção do prazo limite de inscrições para o dia 12 de agosto, apesar da antecipação do jogo Paysandu x Paragominas para a mesma data. Em tempo de pandemia, o Parazão sofre ameaça de pandemônio, pelo vírus do casuismo.

* É tão critica a situação do Manaus, que o Paysandu merece ser cotado como visitante favorito no jogo do próximo sábado. O time amazonense vem de derrota em casa, por 1 x 0, para o Jacuipense, em péssima atuação. O Papão vai a Manaus em bom astral, pela vitória sobre o Treze, embora oscilando no desempenho.

* O Vila Nova, próximo adversário do Remo, domingo, vem de goleada por 4 x 0 para o Ferroviário, em Fortaleza, mas os azulinos não devem se iludir. O jogo foi atípico. O time goiano jogava bem, até se desconcentrar e sofrer três gols em 10 minutos.

Carlos Ferreira
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