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Saiba como ajudar seu pet a lidar com o fim do home office

Confira uma série de atitudes para reduzir a ansiedade de separação que os bichanos experimentam com a volta ao trabalho

O Liberal

Para ajudar animais de estimação e humanos a lidarem com o fim do home office, com a volta do trabalho presencial, algumas empresas instituíram o pet day no escritório, o que pode ser uma vantagem competitiva no momento de desapego.

Veja dicas para a readaptação de cães e gatos

Atitudes que irão ajudar tutores de pets nesse momento de retorno ao trabalho presencial, com dicas da Petlove e de Priscila Rizelo, médica-veterinária da Royal Canin :

  • 1. Pratique o “desgrude”: assim como as mães que, quando retornam ao trabalho precisam desapegar aos poucos dos bebês e adaptá-los à nova rotina, os “pais de pet” precisam desgrudar um dia de cada vez. Por exemplo: deixe o cão se divertindo com um brinquedo que ele ama na sala e vá trabalhar em um cômodo da casa com a porta fechada. Ou comece a sair de casa em alguns períodos e vá prolongando a ausência, para que ele entenda que você vai, mas uma hora volta.
  • 2. Reduza o contato físico: Evite dar carinho a todo momento. Nada de ficar o bicho no colo o  dia todo nesse momento. Caso o home office esteja com os dias contados, comece a diminuir as sessões de afagos e não fique chamando o cachorro a toda hora para brincar. Ele precisa criar um pouco de autonomia para ficar bem quando você estiver fora.
  • 3. Crie uma nova rotina: Faça adaptações desde já. Exemplo: se os passeios vão acontecer pela manhã e à noite com a volta ao escritório, então passe a dar uma volta com ele somente nesses períodos e o acostume a não criar expectativas de ir para a rua quando o sol ainda estiver aparecendo na janela.
  • 4. Readapte seu bichinho a fazer xixi em casa: Os cães não devem ficar horas a fio sem fazer as necessidades. “Isso pode resultar em problemas urinários e em eliminações em locais indesejados, caso o pet não consiga se segurar”, diz Priscila. A melhor alternativa é instituir treinamentos para que eles aprendam a fazer xixi dentro de casa em locais especialmente destinados a isso. Os cães são muito inteligentes e conseguem aprender com consistência e dedicação.
  • 5. Ponha um som na caixa : “Usar músicas relaxantes desenvolvidas especialmente para gatos e cães é apenas uma das alternativas para diminuir a ansiedade deles enquanto passam o tempo sozinhos em casa. Ainda mais importante que o uso desse recurso é disponibilizar locais para os pets se abrigarem e se sentirem seguros enquanto o tutor estiver ausente, deixar todos os itens essenciais (água, alimento, banheiros, local de descanso) disponíveis e acessíveis”, diz Priscila. Associar a hora da alimentação ou a ida ao banheiro  com a presença do tutor pode gerar maior dependência e ansiedade.
  • 6. Recorra a “calmantes” naturais: Existem alimentos especificamente formulados para ajudar cães a se sentirem mais relaxados diante das situações intensas, como a ausência prolongada do tutor. Outra solução são os produtos análogos dos feromônios felino e canino que geram nos bichos sensação de bem-estar e controle maior do ambiente. Peça orientação ao veterinário.
  • 7. Evite despedidas prolongadas: assim seu pet entende que a sua saída não é motivo de preocupação e sim uma coisa corriqueira. A chegada em casa também deve ser calma e sem alarde. Espere alguns minutos para começar brincadeiras e a fazer festa.

Por que os bichinhos ficaram tão apegados aos tutores?

Segundo um levantamento exclusivo feito com 30 empresas pela Fiter, startup de tecnologia em neurociência, a taxa de felicidade salta de 87% para 92% entre os funcionários de empresas que permitem bichanos no ambiente corporativo. “Foi observado que a prática pet office fortalece amistosidade e a unificação das pessoas”, diz Sergio Amad, CEO da fiter. As informações são do site Forbes.

De acordo com a pesquisa Radar Pet, mais de 37 milhões de domicílios no Brasil contam com algum animal de estimação, na maioria cães ou gatos e, em 30% deles, os bichos foram adotados durante o período de isolamento social. São mais de 54 milhões de cachorros e quase 30 milhões de gatos que acompanharam intermináveis reuniões, apareceram na tela das videoconferências e, consequentemente, se apegaram mais ainda aos tutores. Por isso estar um dia inteiro sem ninguém por perto pode gerar ansiedade e influenciar o comportamento desses colegas de trabalho peludos.

“Bichos de estimação podem sofrer com ansiedade de separação, uma situação que fica mais complexa se o animal foi adotado durante o isolamento e nunca passou muito tempo longe do tutor”, diz Tammie KIng, especialista em comportamento animal da Mars Petcare. Marcus Vinicius Lopes, especialista Tableau da Disys Brasil, adotou o gato Zuba durante a pandemia. “Eu moro sozinho e eles me fazem companhia: o tempo que passamos juntos é muito saudável”, diz Marcus, que já era dono das cachorrinhas Dora e a Malu.

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