Moraes dá 24 horas para defesa de Bolsonaro explicar apreensão de arma
Arma foi apreendida na noite de segunda (15), por volta das 23h30, durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (16) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro preste esclarecimentos em 24 horas sobre uma arma de fogo de propriedade do ex-presidente. O armamento foi apreendido com um militar, na noite de segunda (15), por volta das 23h30, durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) no Pistão Norte, em Brasília.
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O veículo onde a arma estava sendo transportada era conduzido por Estácio Leite da Silva Filho, um servidor que atua na segurança do ex-presidente. O servidor se identificou como integrante do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. Ele informou que o objetivo era levar a arma para reparo e, em seguida, devolvê-la à residência do ex-presidente.
Alexandre de Moraes busca esclarecer o motivo pelo qual o ex-presidente mantinha a pistola em sua residência durante a prisão domiciliar. Ele também questiona a razão para a solicitação de reparo do armamento neste contexto.
PMDF também deve prestar esclarecimentos
Moraes também exigiu esclarecimentos do comando do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A unidade é responsável pelas medidas de segurança do regime domiciliar de Bolsonaro. O ministro quer saber se a ordem de revista de todos os veículos que saem da residência, incluindo os oficiais da segurança, está sendo cumprida integralmente.
Além disso, o ministro solicitou informações sobre se os aparelhos celulares dos agentes do GSI ficam acondicionados fora da residência do ex-presidente.
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