Modelo agredida por Thiago Brennand se diz aliviada após prisão do empresário

Helena Gomes esteve no programa 'Encontro' desta sexta-feira (14), onde falou sobre o alívio que sentiu após a prisão do empresário pela Interpol nos Emirados Árabes

Gabriel Mansur

A modelo Helena Gomes, vítima de agressão pelo empresário e herdeiro Thiago Brennand em uma academia de luxo de São Paulo, em agosto deste ano, participou do programa “Encontro”, na manhã desta sexta-feira (14). Em entrevista, ela confessou estar aliviada após a prisão de Thiago pela Interpol em Abu Dhabi, Emirados Árabes, na última quarta-feira (12). 

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O empresário foi preso por agressão à modelo e também responde por corrupção de menores, por ter estimulado seu filho a xingar a vítima. Ele saiu do país no início de setembro, antes do caso ganhar maior repercussão a partir de matéria exibida no dominical “Fantástico”, da TV Globo

“Todas as pessoas que vieram conversar comigo falavam que a Justiça seria feita. Eu chegava a me questionar: mas, e se não for? O que é que eu vou falar para essas pessoas que estão entrando nesse processo com a gente. Então, eu tô aliviada. Eu tô aliviada que as coisas estão andando como planejamos”, revelou Helena, durante a entrevista. 

image Momento em que o empresário Thiago Brennand agride a modelo Helena Gomes (@Maringa_Post/Twitter)

Após a denúncia feita pela empresária, outras mulheres relataram ter sido vítimas de Thiago, sobre o qual pesam acusações de estupro, cárcere privado, agressões e ameaças, além de ter obrigado mulheres a tatuarem as iniciais de seu nome: TFV. Após a abertura das investigações, o acusado chegou a enviar um e-mail com intimidações para a promotora do caso.

Enquanto viajava, Thiago se tornou réu por lesão corporal e corrupção de menores. A Justiça brasileira chegou a estabelecer um prazo de 10 dias para que o empresário retornasse ao Brasil e se apresentasse. Passado esse período, ele teve a prisão preventiva determinada e passou a ser considerado foragido. Com a captura em território estrangeiro, a Polícia Federal ficará encarregada de transportar o preso ao país. 

(*Estagiário Gabriel Mansur, sob supervisão da editora de OLiberal.com, Ádna Figueira)

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