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Caso Leandro Lo: Justiça aceita denúncia por homicídio triplamente qualificado e PM se torna réu

A Justiça também decretou a conversão da prisão temporária de 30 dias do policial para a prisão preventiva

Luciana Carvalho

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra o policial militar Henrique Otávio de Oliveira Velozo e o tornou réu pela morte do campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo que morreu no dia 7 de agosto após ser baleado na cabeça durante um show no Clube Sírio. As informações são do G1 São Paulo.

No dia 30 ade agosto, o Ministério Público ofereceu a denúncia contra Henrique por homicídio triplamente qualificado. As qualificadoras do homicídio colocadas pelo órgão foram: por motivo torpe; com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum; e à traição, de emboscada. A denúncia foi aceita pela Justiça, que também decretou no dia 2 de setembro a conversão da prisão temporária de 30 dias do policial para a prisão preventiva. Velozo já tinha se entregado à Corregedoria anteriormente e está detido no presídio militar Romão Gomes.

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Defesa do acusado

Em nota, a defesa do policial afirmou que: "a denúncia é uma hipótese acusatória que destoa completamente do que foi produzido no inquérito policial e o que será desvelado na investigação judicial".

"As qualificadoras são descabidas e tudo isso ficará firmemente provado no momento em que o processo for devidamente instaurado. A conclusão do inquérito policial se deu de forma açodada, uma vez que sequer aguardou-se a produção do laudo da reprodução simulada dos fatos que, entre outras coisas, apresentou inúmeras contradições com os depoimentos das testemunhas".

Reconstituição

No dia 31 de agosto, a polícia fez a reconstituição da morte de Leandro Lo. Entre as 16 testemunhas que participaram da simulação do crime estavam os amigos do lutador. Como o policial não foi interrogado pela polícia, ele não esteve presente.

(Luciana Carvalho, estagiária da Redação sob supervisão de Keila Ferreira, Coordenadora do Núcleo de Política).

 

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