Buzeira será solto? Justiça toma decisão sobre prisão do influenciador
O influencer foi preso durante uma operação que investigou um esquema de lavagem de dinheiro associado ao tráfico internacional de drogas
O influenciador digital Bruno Alexssander Souza Silva, mais conhecido como "Buzeira", deixará a cadeia após o pedido de Habeas Corpus de seu advogado ser aprovado pela Justiça de São Paulo. O influencer foi preso em 2025 enquanto a Polícia Federal realizava a Operação Narco Bet, que investigou a fundo um esquema de lavagem de dinheiro associado ao tráfico internacional de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Em seu perfil no Instagram, o advogado de Buzeira, Eugênio Malavasi, publicou um vídeo para informar a todos da liberdade do influenciador após a decisão tomada pela justiça brasileira. “A defesa de Buzeira vem a público informar a concessão de duas ordens de habeas corpus impetradas por este que vos fala e pelo meu sócio, Lucas Ruivo, para restabelecimento da liberdade do Buzeira”, destacou Eugênio Malavasi.
A esposa de Buzeira, Hillary Yamashiro, também ficou feliz com a soltura do marido que foi preso por lavagem de dinheiro. "Obrigada Jesus, toda a honra e toda a glória a ti que não me abandonou em nenhum instante. Sempre esteve comigo me mostrando que estava tudo no seu controle e no seu tempo. Glória a Deus, obrigada! Eu não sei nem o que falar, só sentir gratidão. Gratidão, Papai!", escreveu Yamashiro nos stories.
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Prisão de Buzeira
Na época das investigações do "Narco Bet", o influenciador digital Buzeira foi considerado como um dos "rostos legítimos” usados para a realização de apostas e rifas on-line que era encobertas por "sorteios e promoções", além da lavagem de dinheiro da facção. De acordo com informações da Polícia Federal, o influencer recebeu R$ 19,7 milhões de Rodrigo Morgado, que é apontado como o líder da organização criminosa.
Ao cumprirem buscas na residência de Buzeira, os agentes acharam fuzis, pistolas, revólveres, munições, carregadores, radiocomunicadores e roupas de uso tático, que estavam guardados em alguns compartimentos da casa. Além do chamado "arsenal de guerra", a polícia também encontrou duas pedras valiosas no valor de R$ 1,7 bilhão, em que a suspeita é que elas sejam esmeraldas compradas para ocultar o crime.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Mirelly Pires, editora web em O Liberal)
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