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Adolescente mata idoso para roubar carro e fugir com 'namorada' de 11 anos

Os dois pretendiam viver juntos na capital; polícia apreendeu um rifle calibre 22 junto com o garoto

Emilly Melo

Um idoso foi assassinado por um adolescente de 16 anos e teve o corpo jogado no Rio Amambai. O homicídio aconteceu depois que o garoto roubou a caminhonete da vítima, na cidade de Itaquiraí, distante 405 km de Campo Grande. As informações são do Campo Grande News. 

Ele foi apreendido pela equipe do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) e estava acompanhado de uma criança de 11 anos, com quem dizia namorar. No depoimento, o jovem relatou que se relacionava com a menina há um mês e que prometeu conseguir um veículo para que eles fugissem para a capital. 

A vítima, Luiz Venitte Reina, de 68 anos, teria reagido ao assalto e foi atingida por um tiro no tórax e outro na nuca, disparados pelo adolescente. O corpo de Luiz foi colocado na carroceria da caminhonete e jogado no rio. 

O Campo Grande News afirmou que a família da criança acionou a polícia informando que ela havia sido sequestrada. Após a denúncia, a Dracco foi mobilizada e conseguiu localizar os dois na rua Antonio Alves Prado, na última terça-feira (9). Eles ainda estavam com a caminhonete roubada e um rifle calibre 22. 

A polícia também encontrou documentos pessoais da vítima, que foram descartados em uma lixeira para tentar ocultar qualquer associação dos dois ao crime. Ainda de acordo com o jornal, o adolescente manteve postura fria e indiferente durante o depoimento preliminar, afirmando que atirou contra Luiz em legítima defesa, pois a vítima teria reagido ao roubo. A polícia afirma que  "não há dúvidas de que o ato infracional para o qual concorreu foi premeditado".

No boletim de ocorrência ainda consta que a "ocultação do cadáver da vítima fatal, assim como o homicídio foram conscientes, voluntários e de comum acordo entre os coautores. A frieza, indiferença e evidências observadas não deixam dúvidas de que o resultado morte foi cruelmente deliberado pelos executores".

(*Emilly Melo, estagiária, sob supervisão de Keila Ferreira, coordenadora do Núcleo de Política)

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