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2024 é ano bissexto; entenda o que muda no calendário e por que ele existe

Este novo ano não terá 365 dias como os três últimos, mas 366. O "ganho" de um dia ocorre em fevereiro, mês em que é acrescentada a data 29.

O Liberal
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A cada quatro anos é necessário fazer um ajuste no calendário por causa da chegada do ano bissexto. É o que acontece neste novo ano de 2024, que não terá 365 dias como os três últimos, mas 366. O "ganho" de um dia ocorre em fevereiro, mês em que é acrescentada a data 29.

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O principal motivo para a existência de anos bissextos é porque, tecnicamente, os anos não têm exatamente 365 dias, então a cada quatro anos essa disparidade é "corrigida"

O que muda com o ano bissexto?

O ano bissexto ocasiona uma espécie de "salto" no calendário. Dessa maneira, as datas que caíram em uma quarta-feira ao longo de 2023, e que em 2024 se deslocariam para a quinta-feira, serão diretamente transferidas para a sexta-feira. Não por acaso, 2024 será mais econômico em termos de feriados prolongados.

Como surgiu o ano bissexto?

O principal responsável pela introdução dos anos bissextos foi o Papa Gregório XIII, que estabeleceu o calendário gregoriano seguido hoje. Ele define que uma rotação completa da Terra em torno de seu eixo corresponde a um dia, e uma órbita completa da Terra ao redor do Sol equivale a um ano.

Porém, devido ao fato de a Terra levar um pouco mais de um ano para completar sua órbita ao redor da estrela, precisamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos, surgiu a necessidade de ajustes.

Os egípcios de Alexandria apresentaram uma solução para esse desafio há mais de dois mil anos. Eles propuseram que o excedente de tempo, acumulado ao longo de quatro anos, fosse consolidado no ano bissexto.

Esse arranjo evita um descompasso entre o "ano civil" (com duração de 365 dias) e o ano solar, correspondente ao movimento de translação da Terra ao redor do Sol, que, se não fosse corrigido, levaria a um atraso de três meses a cada 372 anos.

Por que fevereiro?

Já a escolha de fevereiro para a adição do dia extra tem uma explicação histórica associada a Júlio César, o imperador romano. Em 46 antes de Cristo, ele reformulou o sistema de contagem do tempo, introduzindo o calendário juliano, no qual fevereiro era o último mês.

Mas, o acréscimo do dia adicional não ocorria após o último dia do ano. Em vez disso, era inserido seis dias antes do mês de março, que era contado duas vezes. Essa peculiaridade é a razão pela qual o termo "bissexto" está associado aos anos que contêm um dia extra em fevereiro.

E quem nasce no dia 29 de fevereiro?

Como a data de nascimento é determinada pela Declaração de Nascido Vivo (DNV), de acordo com a Lei 6.015, de 1973, que dispõe sobre registros públicos, a mudança para o dia 28 de fevereiro ou 1º de março é considerada crime. Portanto, quem nasce no dia 29 de fevereiro só "encontra", de fato, o próprio aniversário de quatro em quatro anos.

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