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Feira da Biodiversidade expõe produtos locais e sustentáveis neste feriado, em Belém

Cerca de 16 expositores extiveram presentes no Parque do Utinga com biojóias, confecções e alimentos orgânicos

Camila Azevedo

Artesãos expositores da Feira da Biodiversidade tiram cerca de 90% da renda mensal dos produtos vendidos no local. A edição desta quarta-feira (07) da ação contou com a presença de cerca de 16 vendedores, entre eles produtores de alimentos orgânicos e artistas. Biojóias, alimentos naturais, confecções voltadas para o lar e muito mais. A iniciativa é realizada para mostrar o trabalho local e dar mais visibilidade a esses materiais. Por volta das 7h, já era possível observar a movimentação e a organização.

Entre os participantes, estavam representantes da comunidade quilombola Abacatal, indígenas, pequenos agricultores familiares e empreendedores sustentáveis da Região Metropolitana de Belém (RMB).

Waldineia Mendonça, de 46 anos, começou a trabalhar com artesanato em 2018 e, desde então, vende as peças produzidas na Feira. São suportes para celular, bolsas térmicas, guardanapos e lixeiras para carros. Para ela, a oportunidade é uma forma de divulgar o empreendimento, que rende 90% do total arrecadado durante o mês. “Temos expositores que tem como única renda, só expõe aqui. Tem expositor que ajudam os pais e tem outras coisas também, mas sempre dependendo dessa oportunidade. Assim nós fomos conquistando espaço”, diz.

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Quem também aproveita o momento é a empreendedora Danielly Farias, de 42 anos. A ideia de fazer biojóia foi a partir do acúmulo de bulas de medicamentos, devido um período de doença do marido. “Através de uma terapia eu conheci a arte em quilling e comecei a desenvolver. Transformei em um empreendimento sustentável. E, então, surgiu a marca. São ecojóias a partir de bulas de caixas de medicamentos”, explica.

A técnica consiste no reaproveitamento de matéria prima dando outro significado à ela. “É importante primeiro como divulgação do Parque do Utinga como parque ambiental, as nossas ecojóias voltadas pro bioma, pro ecossistema, voltada para esse nicho de mercado visando um consumo consciente, uma alternativa. A nossa marca entende que a gente pode ser vaidosa e usar produtos sem impactos ambientais”, conclui Danielly.

Belém
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