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De arrepiar: Saiba quais são os lugares mais assombrados de Belém

As histórias reúnem aparições fantasmagóricas, luzes acendendo sozinhas, móveis sendo arrastados em ambientes vazios e até um piano tocando em uma sala vazia.

O Liberal

Belém tem suas lendas e contos bizarros, como o da “mulher do táxi”, mas alguns parecem mais reais e arrepiantes do que outros. Não é difícil andar em certos lugares da capital e sentir um arrepio ou a energia mais pesada. Confira alguns desses lugares reunidos pelo site Mapingua Nerd:

Escola de Música da UFPA

Antigo prédio da Escola de Música da UFPA (Reprodução)

Localizado na avenida José Bonifácio, entre as avenidas Conselheiro Furtado e Gentil Bittencourt, próximo ao cemitério Santa Izabel, no bairro de Nazaré, o antigo prédio da escola de música da Universidade federal do Pará (UFPA) já foi palco de histórias de assombração contadas por ex-alunos.

O terreno abrigava uma torre onde algumas pessoas ficavam com medo por causa das histórias esquisitas que contavam sobre o local. Uma delas foi contada pelo musicista, Fabrício Castro.

Ele relata que, há muitos anos, a orquestra ensaiava das 18h30 até as 20h30, quando já não tinha mais ninguém além do vigia, os alunos da orquestra e o professor.

“Quando estávamos executando uma das músicas, nós ouvimos o barulho de um piano, de alguém tocando um piano. Parecia ser na sala do lado e aquele barulho estava começando a incomodar, aquela melodia estava atrapalhando a gente. Resultado: O nosso regente pediu para o spalla [primeiro-violino] da orquestra ir lá do lado e pedir para que aquela pessoa parasse de tocar”, relembra.

No entanto, a sala do piano estava vazia e fechada. A sala do lado também não tinha ninguém. Ele foi de sala em sala procurando e não tinha ninguém, só tinha as pessoas da orquestra. O vigia confirmou que não havia mais ninguém no prédio.

“Todo mundo ficou sem ação, sentamos novamente e começamos a executar novamente a música e o piano voltou a tocar e todo mundo escutou e mandaram ele voltar de novo na sala e ele disse que não ia de jeito nenhum, por que ele estava morrendo de medo e a gente estava num misto de medo e achando graça daquilo tudo. No fim, o piano continuou a tocar, mas não tinha ninguém”, completou o musicista.

Base naval de Val-de-Cans

Base naval (Ivan Duarte / Arquivo O Liberal)

Próxima ao aeroporto, a base da Marinha, no bairro de Val-de-Cans, tem histórias ruins em seu passado, desde batalhas até guerras, onde muitas pessoas perderam suas vidas. Uma das experiências ruins no ambiente militar é contada por um homem identificado apenas como Manoel.

Ele é militar e conta que quando, na época de recruta, viu luzes acenderem e ouviu móveis se mexerem em um ambiente vazio. “Era meu turno, de dar serviço. Um colega meu ficou na área do porto e eu fiquei de dar serviço na parte da escola, onde tinha as salas e tal. Eu estava sentado no início do corredor, era quase duas horas da manhã e no primeiro momento, achei que tivesse cochilado e não tinha visto alguém passar por mim, por que a luz da última sala do corredor, havia acendido”, relata.

“Eu estava tão cansado, que nem pensei muito, apenas achei estranho. Foi aí que eu comecei a ouvir barulho de mesas e cadeiras se arrastando, como se alguém estivesse ajeitando a sala, nessa hora eu pensei que alguém pudesse estar estudando, mas o período das aulas terminavam até as 22 horas”, conta.

Manoel foi até a sala, mas quando abriu a porta não havia ninguém e as mesas e cadeiras estavam todas no lugar. “Nessa hora me deu um [sentimento] ruim, me arrepiei todo. Fechei a porta e saí correndo até onde meu colega estava e disse que não ia voltar de jeito nenhum, que ia dar serviço junto com ele. Quando foi no dia seguinte, eu contei isso para algumas pessoas e o professor disse que no porto, muitas pessoas morreram, quando os navios voltavam da guerra e a escola ficava perto, então o ambiente ficou carregado”, afirmou.

Polo Joalheiro / Espaço São José Liberto

O imóvel foi erguido em 1749 por frades capuchos de Nossa Senhora da Piedade, e já abrigou convento de São José, um hospital – que atendeu feridos e testemunhou muitas mortes durante a Revolta da Cabanagem – e um presídio, por mais de 100 anos, onde eram presos criminosos políticos ou comuns.

Na cadeia pública havia constantes rebeliões. Em 1998, foi definitivamente desativado, depois de uma rebelião que durou mais de 28 horas e registrou três mortes e dois feridos. Após reestruturação, o presídio São José passou a denominar-se Espaço São José Liberto, inaugurado no dia 11 de outubro de 2002.

Um rapaz que preferiu se identificar como Coelho conta que uma foto registrou mãos de pessoas que não estavam no local, fisicamente.

Registro sinistro no Polo Joalheiro (Reprodução)

“Eu participo de um grupo de teatro e uma das nossas apresentações, foi no Polo Joalheiro. Nesse dia, algumas pessoas do grupo falaram sentir algo de estranho, um clima pesado no lugar, ainda mais que estava de dia, muito quente e o espaço é conhecido pelas grandes rebeliões e as celas que carregam uma aura muito negativa”, iniciou.

“Depois da apresentação, o pessoal se reuniu para bater uma foto, todo mundo estava feliz por que tudo saiu conforme o planejado, exceto por um detalhe, a foto. Depois que vimos a foto, notamos duas coisas diferentes, duas mãos soltas no meio da galera, até hoje, ninguém sabe dá onde elas vieram, pois na hora, não havia ninguém lá”, completou, afirmando que as mãos continuam sendo um mistério.

Palacete Bolonha

Palacete Bolonha (Akira Onuma / Arquivo O Liberal)

O Palacete Bolonha foi construído no ano de 1905, idealizado pelo engenheiro Francisco Bolonha como um presente para sua esposa Alice Tem-Brink, uma pianista carioca. O prédio no estilo Art Noveau, tem características clássicas da época do Ciclo da Borracha e tornou-se um lugar único e luxuoso no centro da cidade. Apesar da beleza, fatos sobrenaturais que acontecem casa chamam a atenção.

Um relato anônimo dá conta de um suposto fantasma de uma mulher na banheira no segundo andar do prédio.

Durante uma visita turística um homem identificado como Juarez e seus amigos visitavam o palacete, mas o estudante do curso de História acabou se afastando do grupo e ficando sozinho no segundo andar do prédio. Lá, ele encontrou um banheiro que possuía uma banheira de mármore e puxou sua máquina fotográfica para registrar o ambiente.

Ele afastou-se do banheiro e olhou na máquina para ver se as fotos tinham ficado boas. Porém, em quase todas, uma estranha luz impedia que se visualizasse a imagem do banheiro. Somente em uma foto, a da banheira, ele conseguia observar uma forma embaçada.

Juarez decidiu voltar ao banheiro e tirar novas fotos. Mas na banheira, viu uma mulher branca, que parecia não notar sua presença, tomava banho mergulhada em uma água misturada a muitas pétalas de rosa vermelha.

Tremendo de medo, ele se afastou lentamente, mas foi surpreendido novamente pela mulher que estava na banheira. Ela olhou para ele e sorriu.

Belém
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