Corpo de Irmã Henriqueta é velado na Alepa, em Belém
Irmã Henriqueta Cavalcante morreu em um acidente de trânsito ocorrido no sábado (10), na Paraíba
Amigos de movimentos sociais se concentram no velório de Irmã Henriqueta, na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), em Belém, neste domingo (11). O corpo da religiosa, que faleceu em um acidente de trânsito na Paraíba no último sábado (10), chegou à capital paraense e foi preparado para a cerimônia.
O velório acontece no hall de entrada do Palácio da Cabanagem. Na segunda-feira (12) pela manhã, o corpo será levado, em uma aeronave do Graesp, para Soure, no Marajó, onde ocorrerá o sepultamento.
Irmã Henriqueta Cavalcante morreu em um acidente de trânsito ocorrido no sábado (10), na Paraíba, conforme informado pelo Instituto de Direitos Humanos Dom José Luis Azcona, do qual era presidente.
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Homenagens e luto oficial
A Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) lamentou profundamente o falecimento da religiosa. A instituição destacou Irmã Henriqueta como referência na defesa de crianças, adolescentes e dos direitos humanos no estado, além de presidir o Instituto Dom Azcona.
O Governo do Estado do Pará decretou luto oficial de três dias pelo falecimento de Marie Henriqueta Ferreira Cavalcante. A medida homenageia a dedicação da religiosa à defesa dos direitos humanos, especialmente de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade no Pará e na Amazônia.
Detalhes do acidente
O acidente ocorreu na tarde de sábado (10), por volta das 17h, na rodovia BR-230, nas proximidades da entrada do distrito de Galante, na Paraíba. O veículo em que a religiosa estava seguia de Campina Grande para João Pessoa.
Segundo informações iniciais, a condutora do veículo perdeu o controle da direção em uma curva, resultando na colisão com um barranco e capotamento. Irmã Henriqueta ficou presa às ferragens e não resistiu aos ferimentos.
Um médico do SAMU, que prestou socorro no local, informou ao G1 da Paraíba que a religiosa estaria no banco de trás do veículo sem o cinto de segurança. A mulher que conduzia o veículo, que não foi identificada, teria se recusado a fazer o teste do bafômetro.