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Carta psicografada de Cid Moreira traz relato inédito sobre a morte: 'Silêncio'; leia

Suposta mensagem atribuída ao apresentador descreve os momentos após o último suspiro e traz uma reflexão emocionante sobre paz, transformação e vida após a morte

Hannah Franco

Uma suposta carta psicografada atribuída a Cid Moreira voltou a repercutir nas redes sociais ao trazer um relato emocionante sobre os instantes que teriam sucedido sua morte. O jornalista morreu em 3 de outubro de 2024, aos 97 anos, após complicações decorrentes de insuficiência renal crônica, deixando um legado histórico na televisão brasileira.

Reconhecido por sua voz marcante e por décadas à frente do Jornal Nacional, Cid Moreira tornou-se um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro. Meses após sua partida, seu nome voltou a chamar atenção por conta de uma suposta carta psicografada divulgada em um canal espiritualista, na qual ele descreve a experiência do desencarne e afirma ter encontrado serenidade após deixar o plano físico.

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O que diz a carta psicografada de Cid Moreira?

Na mensagem atribuída a Cid Moreira, o jornalista inicia relatando a primeira sensação que teria experimentado após a morte. “Silêncio. Foi a primeira coisa que percebi quando o último sopro de vida escapou do meu corpo.”

Segundo o texto, esse silêncio não representava vazio ou ausência. “Não era o silêncio oco que muitos temem. Era um silêncio pleno, denso, carregado de significado. Uma presença cheia de sentido”, afirma o suposto relato.

A carta também descreve um ambiente de acolhimento e tranquilidade. “Uma luz suave me envolveu com ternura e, naquele instante, compreendi que a morte não me apagava. Ela apenas me transformava.”

Outro trecho que chamou atenção dos admiradores foi a menção às lembranças de sua trajetória profissional. Segundo a mensagem, diversas memórias passaram diante dele, incluindo momentos marcantes da carreira.

“Lembrei do frio na barriga ao segurar um microfone pela primeira vez. Das mãos suando, da voz embargada pelo medo e pela emoção. Cada instante voltou como um filme repleto de significado.”

O conteúdo também traz reflexões sobre a continuidade da existência após a morte. Conforme o texto atribuído ao jornalista, a consciência permaneceria viva, livre das limitações físicas e das preocupações terrenas.

A carta é encerrada com uma mensagem de conforto aos familiares, amigos e admiradores. “Estou bem. Não existe dor, não existe angústia. Apenas uma paz profunda, uma serenidade impossível de ser descrita pelas palavras humanas.”

Por fim, a suposta mensagem reforça a ideia de que a morte seria apenas uma passagem para uma nova etapa da existência, marcada por aprendizado, compreensão e plenitude espiritual.