A Polícia Civil conduz o inquérito, e o Ministério Público se juntou à força-tarefa em duas frentes: um para apurar o suposto esquema de desvio de verba e outro que investigar gestão temerária de Casares, de modo a tentar entender a origem da dívida bilionária do São Paulo.
Segundo a polícia, os suspeitos utilizam a técnica conhecida por “fishing” para ter acesso às contas correntes das vítimas com o objetivo de realizarem empréstimos, saques e transferências bancárias de forma fraudulenta
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