Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, reconhece derrota nas eleições parlamentares deste domingo. Líder da extrema direita dirige o país da Europa Central há 16 anos.
A menção ao terrorismo havia sido retirada da terceira versão do relatório do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), diante da pressão do governo federal e de outros setores
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