Eles já representam quase 44% das empresas do estado com atuação global, mas seguem com menos de 1% da receita e esbarram em gargalos logísticos e tarifários
Madeira, energia e mineração são os principais setores beneficiados pela isenção de tarifas, mas desafios logísticos e falta de infraestrutura portuária ainda limitam o potencial de crescimento das exportações no estado.
Setores da carne, pescado, madeira e açaí enfrentam incertezas com tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos e já miram países como China, Índia, Japão e cidades como Dubai para tentar compensar as perdas.
Apesar da leve retração geral de 0,4%, produtos químicos lideram alta com crescimento de 46,5%, enquanto mineração e produtos do reino vegetal enfrentam forte queda e tensão cresce com tarifas dos EUA.
FIEPA reúne empresários e autoridades para debater os impactos das tarifas dos EUA e os desafios econômicos no Pará; proposta inclui ações preventivas e defesa da atividade produtiva.
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