A prisão preventiva de Martins foi decretada por Moraes após a identificação de um suposto acesso do investigado à rede social LinkedIn, conduta considerada incompatível com medidas cautelares
O ministro alega que Martins acessou seu perfil no LinkedIn para buscar perfis de terceiros, descumprindo a proibição de acesso a redes sociais determinada por Moraes.
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