Os agressores gravaram o estupro de vulneráveis e compartilharam as imagens em uma rede social. As crianças choram, gritam e falam ao menos nove vezes "para" e cinco vezes "eu não quero"
A declaração de Leila Pereira foi uma resposta a Bap, que na semana passada criticou o uso de gramados sintéticos por clubes da elite do futebol brasileiro
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