Vídeo adulto de Andressa Urach com o filho já foi lançado? Entenda a polêmica!
Após o anúncio na internet, a criadora passou a ser o centro das atenções em debates sobre casos de incesto na internet
Depois que a criadora de conteúdo adulto Andressa Urach revelou que havia produzido um vídeo adulto com o seu filho, Arthur Urach, ela começou a ser o centro das atenções em discussões sobre casos de incesto na internet. Com tanta repercussão no país, muitas pessoas chegaram a achar que esse havia sido apenas um truque de marketing para impulsionar o número de assinantes no Privacy.
Até o momento, a plataforma Privacy realmente negou a existência do vídeo da mãe e do filho dentro do site, segundo informações divulgadas pelo portal BNews. Além disso, a empresa de conteúdo +18 reforçou que é proibida a publicação de qualquer vídeo que envolva relações sexuais entre pessoas da mesma família, o que pode configurar na suspensão de alguns dias ou até mesmo no banimento da plataforma.
Quais são as proibições do Privacy?
Além do incesto, a plataforma Privacy explica no tópico 3.9 de seu termo que os usuários não podem criar, enviar ou compartilhar conteúdos que incluam:
- Sangue, apologia ao nazismo, racismo ou disseminação de ódio;
- Narrativas que fazem alusão ao incesto, necrofilia, zoofilia, urina, material escatológico ou relacionado a excrementos;
- Violência, estupro, qualquer remissão ou contexto de falta de consentimento, agressão sexual, tortura, abuso sadomasoquista, humilhação, dominação, mutilação ou intoxicação.
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Plataforma nova?
Com base nesse contexto de regras e proibições do Privacy, a criadora de conteúdo adulto Andressa Urach disse que pretende criar uma plataforma própria para a publicação de seus vídeos +18. Com isso, Andressa relatou que deseja lançar a empresa voltada para os criadores de conteúdos eróticos, mesmo que esteja ocupando atualmente o primeiro lugar entre os criadores do Privacy.
"Mesmo com pessoas tentando me prejudicar, eu escolho construir. Estou criando uma plataforma inclusiva, que vai gerar empregos e oportunidades para criadores de conteúdo - principalmente para quem é excluído, marginalizado ou invisibilizado pela sociedade. Tudo dentro das leis do nosso país, com responsabilidade, transparência e trabalho sério", revelou Andressa Urach.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Enderson Oliveira, editor web em Oliberal.com)
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