Suzane von Richthofen pode herdar bens do tio que faleceu? Entenda o que diz a lei

Von Richthofen pode enfrentar na Justiça uma prima na disputa pela herança do tio, cujo patrimônio é estimado em R$ 5 milhões

Gabrielle Borges
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Como jornalista revisor técnico do Oliberal.com, com 15 anos de experiência, realizei a revisão do texto com foco em ortografia, gramática, concordância e fluidez, respeitando integralmente o estilo autoral e as informações originais do repórter. Segue o texto revisado:

O nome de Suzane von Richthofen voltou a ser foco de atenções em 2026 e o motivo está ligado ao fato de seu tio, Miguel Abdalla Neto, ter sido encontrado morto na sexta-feira (09), na residência em que ele vivia no bairro Campo Belo, zona sul da capital paulista.

Miguel Abdalla Neto era irmão de Marísia von Richthofen, morta em 2002 com o marido, Manfred von Richthofen, a mando de Suzane. Miguel assumiu após o crime a administração dos bens de Andreas von Richthofen, irmão mais novo de Suzane, até ele atingir a maioridade.

Von Richthofen pode enfrentar na Justiça uma prima na disputa pela herança do tio, cujo patrimônio é estimado em R$ 5 milhões.

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O que diz a lei?

Especialistas em Direito alertam que o ordenamento jurídico brasileiro não prevê a perda automática do direito à herança por crimes cometidos contra terceiros.

Segundo a advogada Silvana Campos, especialista em Direito de Família, a chamada indignidade sucessória se aplica apenas em casos específicos:

“O Código Civil é muito claro: ela só se aplica quando o herdeiro comete crimes graves contra o próprio autor da herança ou contra pessoas diretamente ligadas a ele, como cônjuge, companheiro ou filhos”, explicou Campos em entrevista ao portal Metrópoles.

A mesma interpretação se estende a Andreas von Richthofen, irmão de Suzane. Segundo a advogada Silvana Campos, “se não houve envolvimento em crime contra o autor da herança e ele estiver dentro da linha sucessória prevista em lei, o direito permanece. O Direito das Sucessões não aplica punições morais, mas segue critérios legais”, afirmou.

(Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Enderson Oliveira, editor web de OLiberal.com)

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