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Wlad pode sair da prisão até sexta-feira (26), diz advogado em Belém

Defesa do ex-deputado federal aguarda com grande expectativa decisão judicial

O Liberal
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Nesta terça-feira (23), faz seis dias que o ex-deputado federal Wladimir Costa, acusado de crimes eleitorais, cumpre prisão preventiva determinada pela Justiça. Wald, como é mais conhecido, foi preso na manhã do dia 18 deste mês e segue no sistema penitenciário estadual.

A defesa de Wladimir Costa aguarda com grande expectativa nova decisão judicial, desde a realização da audiência de custódia, na manhã do dia 19. O advogado de Wlad, Humberto Boulhosa, solicitou a revogação da prisão do ex-deputado, oralmente, como é de praxe nesses processos.

“O pedido já foi feito oralmente referente à situação, ocorre que o prazo da promotoria de Justiça é até esta quarta-feira (24), e deve ter uma posição para isso aí até sexta-feira (26)”, disse Humberto Boulhosa, com exclusividade para o Grupo Liberal, no início da noite desta terça-feira (23).

 

A audiência de custódia é um direito do acusado de um crime, preso em flagrante. A pessoa deve ser ouvida por um juiz, de forma a que este avalie eventuais ilegalidades na prisão. Durante uma audiência de custódia, a defesa do acusado pode pedir o relaxamento da prisão em flagrante e, também, pode pedir a concessão de liberdade provisória com a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão; e mesmo a adoção de outras medidas necessárias à preservação de direitos da pessoa presa.

Pelo processo de praxe, a decretação da prisão preventiva se dá mediante pedido expresso do Ministério Público, o que aconteceu no caso do ex-deputado.

A Polícia Federal prendeu o ex-parlamentar, na quinta-feira, no Aeroporto Internacional de Belém (PA). A PF cumpriu mandado judicial de prisão preventiva pela prática reiterada de crimes eleitorais de violência política praticados por meio das redes sociais contra a deputada federal Renilce Nicodemos (MDB-PA).

Ainda na sexta-feira (19), a deputada postou nas redes sociais que havia sido vítima de "toda sorte de crimes" de Costa. Ela disse ter sofrido com violência política de gênero, extorsão, injúria, difamação, perseguição e violência psicológica contra a mulher.

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