'Você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho', diz Lula
Presidente defende que Estado garanta oportunidades a quem não consegue se sustentar, citando compromisso com a inclusão social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 2, que o governo federal não deve priorizar os mais ricos. Ele defendeu a atuação estatal para garantir oportunidades, especialmente àqueles que não conseguem 'se virar sozinho'.
Segundo Lula, 'você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho'. O presidente reforçou seu compromisso com as políticas de inclusão social, um dos pilares de sua gestão.
O presidente também destacou que seus governos realizaram mais ações em diversas áreas do que gestões anteriores. Ele incentivou a população a comparar dados e indicadores antes de formar uma opinião, afirmando: 'Não acredite em mim, pesquise'.
Lula critica administrações rígidas e defende diálogo
Na avaliação de Lula, a sociedade tende a se retrair diante de administrações mais rígidas, dificultando a manifestação popular e o debate público. Ele ressaltou a necessidade de manifestação em governos autoritários.
O presidente contrapôs esse cenário com o ambiente democrático promovido por sua gestão, que, segundo ele, oferece espaço para o diálogo. Com isso, não haveria necessidade de paralisações.
Visita a Salvador e investimentos do Novo PAC
As declarações foram feitas em Salvador, durante uma agenda presidencial de visita a obras de mobilidade urbana. Estes projetos são financiados pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A principal atividade na capital baiana foi a vistoria das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na Praça Onze de Dezembro. O projeto, de grande impacto, reúne cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos.
A comitiva presidencial em Salvador incluiu a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). Também estiveram presentes o futuro ministro das Cidades, Vladimir Lima, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira.
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