TSE lança mascote 'Pilili' para Eleições 2026 e mira jovens eleitores; entenda
Personagem inspirada na urna eletrônica será usada em campanhas para incentivar participação e reforçar confiança no processo eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou, nesta segunda-feira (4), a mascote oficial das Eleições 2026. Batizada de “Pilili”, a personagem foi criada a partir da urna eletrônica e terá papel central nas campanhas institucionais voltadas à conscientização do eleitorado, especialmente entre os mais jovens.
O lançamento ocorreu durante um evento que marcou os 30 anos da urna eletrônica, com a presença da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. A proposta, segundo o órgão, é ampliar o alcance das ações educativas e estimular a participação no processo democrático.
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"Defensora da democracia, acessível, fácil de lidar e muito sociável, a Pilili é o símbolo das Eleições 2026. Inspirada na urna eletrônica, a mascote será a porta-voz da Justiça Eleitoral. Imparcial e aguerrida, estará nas campanhas em defesa do voto e da escolha consciente. Para ela, agora é o grande momento: é a festa democrática", afirmou o TSE.
Personagem inspirada na urna eletrônica
A mascote tem formato de urna e recebeu o nome “Pilili” em referência ao som emitido pelo equipamento ao final da votação. Sem fala, a comunicação da personagem ocorre por meio de gestos e elementos visuais. Ao interagir com o público, o único som reproduzido é justamente o “pilili”, característico das urnas.
De acordo com o TSE, a mascote foi concebida para representar valores como acessibilidade, neutralidade e proximidade com a população. A ideia é que a personagem funcione como porta-voz das campanhas da Justiça Eleitoral, reforçando mensagens sobre voto consciente e segurança do sistema.
A iniciativa também busca dialogar com eleitores que têm direito ao voto facultativo, como jovens a partir de 16 anos. Durante o evento de lançamento, estudantes participaram de atividades educativas, incluindo simulações de votação e explicações sobre o funcionamento das urnas.
Na ocasião, a ministra Cármen Lúcia destacou a importância da participação dos novos eleitores. Segundo ela, o envolvimento da juventude é fundamental para fortalecer a democracia e garantir a legitimidade do processo eleitoral.
"O que nós queremos é que cada vez mais, quem chegar a ter 16 anos até 4 de outubro possa votar e ser um verdadeiro cidadão, que diz quem ocupará os cargos de direção do País", afirmou.
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