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Servidores da Cohab cobram reajuste e paralisam atendimento em todas as unidades

Trabalhadores exigem que governo do Pará pague o reajuste de 10,61% acordado em abril deste ano.

Igor Wilson
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Os servidores da Companhia de Habitação do Estado do Pará (Cohab) paralisaram os atendimentos em todas as unidades nesta quarta-feira (07). Os trabalhadores exigem que o governo estadual efetue o pagamento do reajuste de 10,61% acordado com a categoria em abril deste ano e que até o momento não foi atualizado. 

Quem procurou atendimento nas unidades da Cohab nesta terça-feira (07) foi apanhado de surpresa com a paralisação. Como forma de protesto, os servidores da Cohab receberam os cidadãos com as portas fechadas e um café da manhã servido em frente à unidade do bairro do Souza. No local, os servidores explicaram aos presentes os motivos da paralisação e pediram paciência.

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“Estamos em paralisação para assinatura do acordo coletivo acordado em abril. Segundo o governador já foi autorizado o acordo, mas a Procuradoria Geral do Estado não libera o pagamento. E tem gente carente na fila desde as 5 da manhã mas o Governo não dá uma resposta. Nossa data base é desde abril de 2023 e até agora nada. Não é nossa intenção penalizar a população, mas queremos ser atendidos pelo governo”, diz Marcos Oliveira, membro da Comissão de Trabalhadores que está à frente da manifestação.

image Legenda (Divulgação)

Durante a manhã, dezenas de pessoas foram chegando e formaram uma longa fila em frente a unidade do bairro do Souza. Sem atendimento, parte do público sentou em cadeiras espalhadas na frente da unidade e ouviu a explicação diretamente dos servidores. A maior parte da demanda das unidades são de pessoas em busca de informações sobre o Cheque Moradia e regularização fundiária.

“O clima está tenso, pois as pessoas estão no sol e sem água. Uma hora vai ficar insustentável. Parte da população começa a exigir atendimento e se revoltar. Mas até agora aqui está apenas uma advogada da empresa e alguns diretores para tratar do assunto. Esperamos uma resposta do governo”, diz Marcos. 

A reportagem do O LIBERAL entrou em contato com o Governo do Pará e aguarda retorno. 

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