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Associação Comercial do Pará empossa nesta segunda-feira (4) a primeira mulher presidente

Elizabete Grunvald rompe ciclo de 203 anos de apenas presidentes homens

Abílio Dantas

A partir desta segunda-feira (4), a Associação Comercial do Pará (ACP) inicia um novo capítulo em sua história de 203 anos de existência, com a posse da primeira mulher no cargo de presidente da instituição. A cerimônia que oficializará o início do mandato de Elizabete Grunvald, economista com experiência no empresariado e associativismo, eleita por aclamação no dia 21 de março, será às 18h30, na sede da ACP, na avenida Presidente Vargas.

Na solenidade, serão empossados também os presidentes do Conselho da Mulher Empresária (CME), Izabela Araújo, e do Conselho de Jovens Empresários (Conjove), João Marcelo Santos. Ambos também foram aclamados em chapa de consenso. O vice-presidente será o empresário Isan Anijar.

Para a presidente eleita, algumas das pautas a serem continuadas pela nova administração da ACP são, em âmbito estadual, a implementação da ferrovia Ferrogrão, que será importante corredor de escoamento de grãos entre a região Centro-Oeste e o Pará, e, no cenário federal, a aprovação das reformas administrativa e tributária.

“O nosso foco é criar um ambiente fértil para que as empresas possam trabalhar no Pará. A Associação é hoje a única entidade do Estado que engloba todos os setores produtivos: comércio, indústria e o agronegócio”, destaca Elizabete Grunvald. A presidente defende também que mudanças de infraestrutura em Belém são necessárias para que os empresários de diversos ramos possam atual, o que pode ser feito com a atualização do Plano Diretor da cidade.

A nova presidente da ACP é economista por formação e atuou por cerca de duas décadas em uma instituição financeira antes de decidir empreender com seu próprio negócio – montou uma consultoria empresarial e uma empresa de representação de produtos médicos.

Depois disso, ingressou na Associação, por meio do Conselho da Mulher Empresária, e se encantou com o associativismo, onde permanece há quase 30 anos. “É um fato que no mundo todo e, especialmente, no Brasil, existem muitas dificuldades para que uma mulher possa chegar a um cargo de comando. Mas precisamos reconhecer que já avançamos muito. Nós já tivemos uma mulher presidente, uma mulher governadora, no caso do Pará, e provavelmente teremos mais. Acredito que estamos em um processo irreversível. As mulheres brasileiras não desistem nunca”, ressalta.

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