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Ministro Celso Sabino nega saída do governo federal

‘Não há nenhuma decisão nessa nessa direção’, disse ministro com exclusividade ao Grupo Liberal, nesta sexta-feira (29)

Valéria Nascimento

O ministro do Turismo, Celso Sabino, segue trabalhando pelo turismo e pelo desenvolvimento do Brasil, não sendo verídicos os rumores sobre a sua saída da Pasta. A informação foi confirmada pelo próprio ministro paraense, na noite desta sexta-feira (29).

“Não há nenhuma decisão nessa nessa direção, fico triste em ver alguns jornalistas, graças a Deus são minoria, que fazem publicação sem consultar nenhuma fonte nem mesmo a quem eles estão se referindo. Como disse desde o começo no Ministério do Turismo, sigo com um trabalho árduo que tem refletido nos números do turismo na atualidade. Todos os recordes foram quebrados”, afirmou.

Ele complementou: “Como tenho dito, eu sou sustentado por um tripé: primeiro por Deus, segundo pela indicação da bancada do meu partido na Câmara dos Deputados e terceiro pela confiança do presidente Lula. No momento que eu perder qualquer uma dessas bases que sustentam esse tripé, eu sou o primeiro a me levantar, mas até aqui não tem nenhuma decisão tomada e sigo no Ministério do Turismo”.

Mais cedo, vários sites nacionais anunciaram, em tom especulativo e sem falas do próprio ministro, que ele havia decidido deixar o governo federal. A notícia da saída seria motivada pela formação da federação entre PP e União Brasil (partido do ministro), oficializada em abril deste ano, o que teria ajudado opositores do governo federal a assumirem a CPMI do INSS e sinalizado uma guinada à oposição.

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No entanto, a Assessoria do ministro desmentiu a notícia de saída do governo e afirmou que ele trabalhou em Belém, nesta sexta-feira, onde vistoriou a instalação da nova sinalização turística bilíngue da capital paraense. A iniciativa integra o convênio firmado entre o Ministério do Turismo (MTur) e o Governo do Estado do Pará, que prevê a implantação de mais de 700 placas em 27 circuitos estratégicos, incluindo as 39 ilhas de Belém.

Belém recebe sinalização turística em português e inglês

"Mais um momento importante para a cidade de Belém nesse Pré-COP30, nós iniciamos hoje a instalação de mais de 700 placas de sinalização turística bilíngue, em português e inglês”, afirmou Celso Sabino, destacando que a iniciativa vai facilitar o acesso a pontos turísticos, durante e após a COP 30.

“Chegar, por exemplo, ao Mercado do Ver-o-Peso, ao Parque da Cidade, Aeroporto. Todas as rotas que levam a atrativos turísticos serão sinalizadas a partir de agora em português e inglês", disse.

Sabino afirmou que a COP 30 “será uma das melhores já ocorridas na ONU em virtude da possibilidade que as lideranças terão de discutir florestas tropicais dentro da porta de entrada, que é a maior floresta tropical do planeta. Belém está preparada”.

"Nós estamos investindo em infraestrutura, saneamento, em áreas de convivência, e também na oferta de leitos em hotéis, residências e navios para que todos que venham tenham conforto e preço acessível e possam fazer dessa COP, além de tudo, uma COP inclusiva".

'60 delegações já estão confirmadas para COP', afirma ministro

Sabino disse ainda que já há mais de 60 delegações confirmadas para a COP 30, e outras 33 em negociação que devem confirmar sua presença nos próximos dias.

Sobre a sinalização turística, na capital paraense, o investimento é de R$ 4,7 milhões do MTur, somado a uma contrapartida estadual de R$ 248,4 mil. O projeto objetiva modernizar a infraestrutura turística da cidade, garantindo melhor orientação a visitantes e moradores, valorizando os atrativos locais e fortalecendo o setor turístico.

O MTur informou que a ação faz parte do conjunto de obras estruturantes que vêm sendo executadas para preparar Belém como sede da Conferência do Clima da ONU (COP 30) em 2025. Além da sinalização, estão em andamento grandes investimentos como a requalificação do Parque da Cidade, a revitalização da Doca e da Avenida Tamandaré, obras de saneamento, melhorias viárias e a preparação do porto para receber dois grandes navios de cruzeiro, em um investimento superior a R$ 180 milhões.