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Polícia deve voltar a movimentar inquérito que investiga acidente na avenida Nazaré

Novos documentos devem ser anexados ao processo de investigação

O Liberal

A Polícia Civil do Pará deve voltar a movimentar o inquérito policial que investiga o acidente que matou mãe e filha, na avenida Nazaré, no dia 26 de agosto deste ano. O processo atende a um pedido do promotor de justiça José Rui de Almeida Barbosa, ao qual o juiz Heyder Tavares da Silva Ferreira concedeu o prazo de 30 dias para que sejam incluídos no inquérito documentos que fazem parte do processo de apuração do caso.

Dentre esses documentos, estão o laudo do exame de necropsia, realizado nos corpos de Renata Corrêa Bezerra e Maria Luiza Corrêa Torres, laudo de lesão corporal de Leandro Nascimento Torres, resultado da perícia de local de crime, transcrição das imagens do Centro Integrado de Operações (Ciop), bem como os exames realizados no motorista apontado como causador do acidente Allan Rocha.

Conforme apurado pela reportagem com os advogados de defesa de Leandro, atendida a determinação do juiz do caso, o Ministério Público do Pará (MPPA) poderá, então, oferecer a denúncia contra Allan Rocha, que ainda de acordo com os advogados de Leandro, já tem condições de ser encaminhado para uma unidade prisional. “Ele já acordou, está consciente, falando bastante e já deveria estar na triagem”, acreditam os advogados.

Allan Rocha continua internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), onde ele está sob custódia do sistema penal, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Ele responderá por duplo homicídio doloso e lesão corporal grave. No dia 27 de agosto, um dia após o acidente, a Justiça do Pará converteu a prisão em flagrante delito de Allan em prisão preventiva.

O rapaz era o motorista que estava, juntamente com uma mulher identificada como Nicole Monteiro Dias, no Ford Ka prata que atingiu, violentamente, o Honda Civic preto, onde estavam Leandro e sua família. Mãe e filha não resistiram à gravidade da batida e morreram.

Polícia
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