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PM prende supostos membros de facção que planejava assalto a banco com uso de explosivos no Pará

Os suspeitos negaram as acusações

O Liberal

Três homens suspeitos de serem membros de uma facção criminosa e de estarem planejando assaltar bancos de Parauapebas, no sudeste do Pará, foram presos no último domingo (21), pela Polícia Militar. Fernando Carvalho Bernardo. Luan Francisco Batista Lopes e Rodrigo Eduardo de Araújo foram conduzidos à 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, do município. Com informações do Blog Ze Dudu.

Os suspeitos estavam sob posse de 18 cartuchos de explosivos (Divugação/PM)

A base do 23º Batalhão de Polícia Militar recebeu as informações de que o grupo estava em uma casa, na rua M6, quadra 175, no bairro Cidade Jardim. A guarnição que estava fazendo rondas na área foi informada e, após irem até o local, encontraram o bando. Os suspeitos estavam sob posse de 18 cartuchos de explosivos, dois radiocomunicadores, 30 gramas e 63 papelotes de cocaína, um carregador, nove telefones celulares, uma balança de precisão e uma motocicleta vermelha com placa de Marabá.

Também foram apreendidos dois radiocomunicadores, 30 gramas e 63 papelotes de cocaína, um carregador, nove telefones celulares, uma balança de precisão e uma motocicleta vermelha com placa de Marabá (Divulgação/PM)

Fernando Carvalho Bernardo, que estava na frente da residência, desmentiu as denúncias feitas à PM e permitiu com que o terreno fosse revistado. Os policiais entraram e falaram com Luan Francisco Batista Lopes, que se intitulou dono da propriedade, onde autorizou a entrada dos PMs, afirmando que não tinha “nada a esconder”.

No entanto, em uma caixa de isopor, os militares encontraram o material explosivo e, em outros compartimentos do imóvel a droga e os demais objetos apreendidos. Interrogado sobre os cartuchos, Luan disse que estavam na mala de um carro comprado de Rodrigo Eduardo de Araújo, um amigo dele, e também assumiu que a cocaína lhe pertencia e que vendia a droga.

Orientados por Fernando Carvalho Bernardo, os policiais chegaram até Rodrigo. Ele disse que, quando comprou o veículo, posteriormente vendido a Luan, os explosivos já estavam no carro. Todos os envolvidos, assim como tudo o que foi apreendido, foram levados para a 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

Polícia
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