Ex-aluno da PM que ficou paraplégico após ser baleado no Guamá conclui curso de formação para se aposentar

Bruce foi vítima da tentativa de homicídio em 1° de março do ano passado, baleado por dois homens que chegaram de moto

O soldado Bruce Baia Duarte, vítima de um atentato a tiros em março do ano passado, foi recebido na manhã desta terça-feira (2) na sede do Quartel do Comando Geral (QCG), em Belém, pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dilson Júnior. Após ter ficado paraplégico depois do ataque, o praça estava na condição de aluno desde 2019, mas este ano conseguiu concluir Curso de Formação de Praças (CFP).

O soldado Bruce foi vítima da tentativa de homicídio em 1° de março do ano passado, baleado por dois homens que chegaram de moto no momento em que o PM estava entrando na casa onde ele morava com a família, no bairro do Guamá. Devido o ocorrido, o policial ficou hospitalizado e precisou interromper o curso de formação.

No último mês de março, um ano depois do atentado sofrido, Bruce Duarte conseguiu concluir a carga horária das últimas disciplinas teóricas que restavam para que ele tivesse o direito de ter uma aposentadoria remunerada, mediante a Concessão da Reforma.

Em dezembro do ano passado, uma comissão de oficiais da Polícia Militar havia se reunido com Bruce e decidiram que ele só precisava concluir as disciplinas teóricas do curso para solicitar a aposentadoria.  Apesar das condições, a conclusão do curso de formação é necessária porque somente policiais em condição formal e regular podem solicitar o processo de reforma (o equivalente à aposentadoria de um militar).

A decisão vai impactar diretamente na renda do militar. "Eu vim agradecer pessoalmente ao Comandante-Geral pela força-tarefa que foi realizada para que eu concluísse as disciplinas restantes e tivesse direito a ser reformado", comentou o soldado Bruce.

"Para nós, que acompanhamos a luta do Bruce desde o início, é motivo de satisfação ter contribuído para que ele concluísse o curso de formação. Isso foi possível porque ele já tinha realizado todas as disciplinas práticas necessárias", finalizou o comandante-geral, coronel Dilson Júnior.

Polícia
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