Feijão sobe mais de 50% em Belém e pesa no bolso dos consumidores
O feijão, um dos alimentos mais tradicionais da mesa dos brasileiros, ficou significativamente mais caro em Belém. Dados da cesta básica do Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em parceria com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), mostram que o preço médio do quilo do feijão acumulou alta de 54,91% entre janeiro e abril de 2026. Nos últimos 12 meses, entre abril de 2025 e abril de 2026, o aumento também ultrapassou os 50%, passando de R$ 5,68 para R$ 8,52. Mesmo com a forte alta, a prévia da inflação de maio, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica apenas uma leve estabilidade no preço do feijão-carioca. Em comparação com abril, o reajuste foi de apenas 0,05%, sinalizando uma interrupção momentânea na escalada, mas ainda sem redução no valor pago pelo consumidor. Repórter: Jéssica Nascimento Imagem: Thiago Gomes



