Bancas de revistas de Belém se reinventam para enfrentar avanços tecnológicos
Em meio ao crescimento do consumo digital de notícias, entretenimento, jogos e conteúdos acessados por celulares e computadores, as tradicionais bancas de revista seguem resistindo em Belém como espaços históricos presentes no cotidiano da população. Além da venda de jornais, revistas, colecionáveis e álbuns de figurinhas, muitas delas precisaram se ajustar conforme a demanda do mercado. José Maria da Silva, 80 anos, e Ramon Silva, 34, falaram quais são os produtos que mais estão sendo comercializados e o que precisaram fazer para manter a movimentação de clientes nas bancas. Para quem tem o hábito da leitura, como, por exemplo, o comerciante Porfirio Nazareno de Oliveira, de 75 anos, e Francisco Carlos dos Santos Araújo, 56, que é policial militar da reserva, a ida às bancas nunca diminuiu. TEXTO: SAUL ANJOS E MAIZA SANTOS IMAGENS: IVAN DUARTE E THIAGO GOMES



