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Shein é alvo de investigação por ‘design viciante’ e produtos ilegais; entenda

A União Europeia (UE) iniciou apurações sobre a varejista chinesa nessa terça-feira (17)

Lívia Ximenes

A União Europeia (UE) iniciou, nessa terça-feira (17), uma investigação formal sobre a varejista chinesa Shein. As apurações analisam produtos ilegais comercializados e design da plataforma com potencial viciante. A ação da UE intensifica as tensões entre o bloco e a varejista, que já é acusada de concorrência desleal com o comércio local e venda de bonecas sexuais com aparência infantil, além de outras situações.

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O objetivo da União Europeia é fechar as brechas fiscais e reforçar regras de segurança e proteção ao consumidor. Por isso, medidas estão sendo adotadas contra a Shein. A suspeita do bloco é que a varejista tem vendido produtos fora das regras de mercado da UE e promovido estratégias digitais que forçam a compra.

A investigação ocorrerá em diferentes práticas da Shein, como o uso de contadores regressivos, avisos de últimas unidades, envio constante de notificações e interações de recompensas que se assemelham a jogos. A ação é feita dentro das novas regras digitais do bloco.