'Donald Trump' será sacrificado durante festival islâmico; entenda
Um búfalo chamou a atenção pela pelagem clara sobre a testa, semelhante à do presidente dos EUA, Donald Trump
Um búfalo albino, de quase 700 quilos, foi batizado de "Donald Trump" por moradores locais e se tornou uma das atrações principais em Bangladesh, país que fica localizado na região sul da Ásia. O animal começou a chamar a atenção de curiosos, turistas e de algumas pessoas nas mídias sociais após notarem que ele possui a pelagem clara sobre a testa, semelhante à do presidente dos EUA, Donald Trump.
Mas, apesar de ter ganhado notoriedade na internet, o búfalo deverá ser sacrificado durante o festival Eid-Al-Adha, um dos eventos religiosos considerados mais importantes para os muçulmanos naquela região. Segundo o dono do animal, Muhammad Fariduzzaman Sharon, ele foi comprado há pouco tempo com o propósito de ser uma oferenda. "A principal intenção ao comprá-lo foi agradar Alá", revelou à AFP.
De acordo com informações do portal UOL, as autoridades de Bangladesh estimam que mais de 12 milhões de animais sejam sacrificados durante a chamada "Festa do Sacrifício" no país, como forma de demonstrar fé e obediência a Deus. Além de búfalos como o "Donald Trump", as tradicionais famílias muçulmanas também costumam sacrificar outros animais no evento religioso, como vacas, ovelhas e cabras.
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A vida do famoso búfalo "Donald Trump"
O nome do búfalo "Donald Trump" foi dado pelos próprios familiares do animal, mais especificamente pelo irmão mais novo, que percebeu a aparência do político e avisou ao restante dos parentes que vivem em uma propriedade em Narayanganj, próxima à capital Daca, de Bangladesh. Embora ele esteja prometido a Alá, relatos disseram que o animal não é maltratado, ele toma banhos frequentes e é sempre bem cuidado.
Nas mídias sociais, grande parte das pessoas ficou triste com a notícia de que o animal teria que ser sacrificado em um ritual religioso. "Respeitem o bichinho", escreveu uma mulher no X. "Ser humano é a escória mesmo", comentou outra. Já outros disseram que ele nem merecia ser comparado ao presidente dos EUA. "O bichinho não merecia um xingamento desses", opinou uma terceira pessoa na internet.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
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