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Torcedor do Remo passa seu remismo para o filho

Adriano Cordovil, 33 anos, estudante

Adriano Cordovil / Especial para O Liberal

Meu amor pelo Remo vem desde que me entendo por gente. Com quase 34 anos, lembro-me quando jogava bola aos seis anos e já fazia parte do time do tabu, no qual tanto falavam na época. Ali começariam minhas primeiras lembranças com o Remo.

Um amor que cresce a cada ano e nas horas mais difíceis, veio a consolidação desse amor, na fase mais difícil que o clube já viveu. O "Remismo" chamado, aflorou ainda mais e pude por certo período, viver esse amor da forma mais intensa possível.

Sempre presente em caravanas e em diversas comemorações, rodas de conversas, a famigerada ameixeira, estacionamento do Mangueirão e reuniões em cartões postais de minha amada Belém. A mim coube a missão de transmitir esse amor.

Hoje pai, levei meu filho com seis meses de vida pela primeira vez ao estádio. Dia inesquecível onde o mesmo, com seus olhinhos arregalados, diante da multidão do Fenômeno Azul, distribuía sorrisos e se aquecia em meu colo com seu mini-manto sagrado, sentindo assim pela primeira vez, o prazer de estar em um estádio de futebol torcendo pelo Clube do Remo.

Mais que ter um clube para torcer, na verdade, ser remista é um estilo de vida. Nesse período de retomadas quase pós-vacinação, espero poder acompanhá-lo de perto nas arquibancadas, com esse novo plano de reabertura dos eventos esportivos. Que surpreenda um pouco mais, no seu objetivo final.

Remo
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