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Diego Hernandez faz tatuagem com número da camisa do Remo: 'Eternizado na pele'

Jogador tatuou o número 33, muito simbólico para o clube azulino

O Liberal

Destaque do Remo na reta final da Série B, o uruguaio Diego Hernandez eternizou o clube no corpo após a conquista do acesso à elite do futebol brasileiro. O atacante tatuou o número 33, número da camisa que usa na equipe azulina, na mão.

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“Eternizado na pele do nosso camisa 33”, compartilhou o Remo nas redes sociais. O jogador fez a tatuagem ao lado da palavra predestinado, também tatuada na mão. 

O número 33 tem um significado muito importante para o clube azulino. Ele representa a quantidade de jogos que o Remo ficou sem perder para o maior rival, Paysandu, na década de 1990, sequência que durou quatro anos, seis meses e 24 dias, encerrada apenas em 1997, e hoje é considerada o maior tabu da história dos clássicos.

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Curiosidade

Além disso, alguns torcedores apontaram nas redes sociais a coincidência de o número ser o nome da padroeira do Uruguai, país de origem de Diego, a Nossa Senhora dos Trinta e Três (Virgen de los Treinta y Tres).

A santa é uma representação da Virgem Maria, que recebeu esse nome da população pois, em 1825, durante a guerra, 33 soldados pediram proteção e juraram lealdade na luta pela independência do país.

Trajetória

Hernández chegou aqui em julho de 2025 e aceitou usar a camisa 33, que no início da temporada foi dada a Felipe Vizeu. O jogador não correspondia às expectativas e trocou para o número 9 até deixar o time.

Na coletiva de apresentação na época, o uruguaio disse que sabia da responsabilidade e do peso da numeração, e iria aceitar o desafio. A escolha deu certo. O atacante foi um dos destaques da equipe na segunda etapa da competição.

Foram 14 jogos, três gols e duas assistências do jogador. Hernández pertence ao Botafogo e está emprestado ao Remo. Conforme as informações, o jogador tem contrato com o clube azulino até a metade de 2026, mas ainda não está claro se o atacante realmente vai ficar no time, visto que o Fogão pode solicitar o retorno do atleta.