Executivo do Paysandu aponta parentesco entre árbitro e observador do VAR em clássico contra a Tuna
Partida, marcada por pênalti polêmico para a Lusa, tinha pai e filho trabalhando juntos na escala de arbitragem
O executivo do Paysandu, Marcelo Sant’Ana, teceu fortes críticas à arbitragem do jogo contra a Tuna Luso. O duelo, válido pela terceira rodada do Parazão, ocorreu na última quarta-feira (4) e terminou com uma grande polêmica envolvendo a marcação do pênalti que deu a vitória à Águia Guerreira. Na coletiva pós-jogo, o dirigente bicolor questionou a marcação e apontou a relação parental entre o observador do VAR e o árbitro central.
WhatsApp: saiba tudo sobre o Paysandu
Olivaldo José Alves Moraes, árbitro central, é filho do observador do VAR da partida, Olivaldo da Silva Moraes, conforme confirmado pelo Núcleo de Esportes de O Liberal.
"Não sou daqui do Pará, mas o Olivaldo da Silva Moraes, o observador do VAR, é parente do árbitro?", questionou o executivo após ler o nome de todos os integrantes da equipe de arbitragem. A informação foi confirmada pelos jornalistas presentes na sala de coletiva do Estádio Municipal de Augusto Corrêa.
VEJA MAIS
"É pai do árbitro... Então, aqui não tem conflito, não tem nada? Todo mundo ali na arbitragem. Então, é difícil até argumentar", completou Sant’Ana.
Apesar do questionamento, não foi encontrada uma regra especifica que proíba a escalação de árbitros com grau de parentesco no Regulamento Geral das Competições.
O Núcleo de Esportes de O Liberal entrou em contato com a Comissão de Arbitragem da FPF, bem como com o Paysandu, para saber se o clube vai iniciar algum processo sobre a situação, e aguarda retorno.
Sobre a atuação da arbitragem, Marcelo Sant’Ana afirmou na coletiva que o Papão vai protocolar uma queixa formal junto à federação e à comissão de arbitragem.
Palavras-chave