Diretor da FPF explica a situação do estadual: 'Nenhuma das propostas apresentadas teve unanimidade'

Claudio Santos informou que uma nova reunião será marcada em breve para tratar o assunto

Redação Integrada

Após o encerramento da reunião entre os clubes e a FPF, que ficou indefinida quanto aos rumos do Campeonato Paraense, o diretor de segurança da Federação Paraense de Futebol (FPF), coronel Cláudio Santos, explicou que as propostas não foram aceitas porque não teve unanimidade. Ele cita o regulamento da competição e diz que qualquer modificação após iniciado o campeonato só pode ser feita se todos os clubes estiverem de acordo.

“Todos os presidentes falaram. O do Paysandu foi o que mais falou. Só que o mesmo estatuto que convocou a reunião diz, no artigo 70, que qualquer proposta de modificação do campeonato após iniciado só poderá ser realizada se for decidida por unanimidade. O Paysandu propôs encerrar o campeonato. Foi uma das propostas. Mas ela não foi acolhida por todos os clubes. Por isso não foi colocada em votação e nem analisada seu mérito. Foi isso que aconteceu na reunião. Aliás, não só do Paysandu, mas de outros clubes também. Porque nenhuma das propostas apresentadas teve unanimidade”, explicou o diretor da federação.

Claudio Santos acrescenta que a partir de agora a FPF vai se reunir com outros envolvidos do campeonato para buscar a solução e para só então remarcar a reunião com os clubes.

“Vamos catalogar as propostas. Vamos conversar com as entidades, porque há mais gente envolvida como os patrocinadores. Vamos dialogar com todos. E a partir daí poderemos ou não convocar nova reunião do conselho técnico. O campeonato está suspenso por conta da pandemia. E a proposta era encerrar sem prosseguir. Só que isso além de não ter acolhimento, levaria a uma série de ações judiciais até dos próprios patrocinadores que já pagaram as cotas. Mas nós nem discutimos isso. É bom reforçar que qualquer modificação no regulamento só pode ser feita com unanimidade dos clubes”, frisou o diretor da FPF.

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