Árbitro coloca estádios do Remo e do Paysandu como os 'mais temidos' pela arbitragem; veja a lista
O árbitro Marcelo de Lima Henrique listou os cinco estádios 'complicados' de trabalhar e as casas do Remo e do Paysandu lideram o ranking
Belém é uma cidade que respira futebol como poucas no Brasil. A força das torcidas de Remo e Paysandu transforma os estádios do Leão e do Papão em uma atmosfera difícil para atletas e também arbitragem. Os estádios tradicionais da capital paraense, quase sempre cheios, criam um ambiente de pressão intensa, fator que ganhou destaque em entrevista do árbitro Marcelo de Lima Henrique.
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Durante participação no Charl Podcast, o árbitro, de 54 anos, que já teve o escudo da Fifa, foi convidado a listar os cinco estádios mais difíceis de se apitar no futebol brasileiro. Sem hesitar, colocou Baenão e Curuzu no topo da lista, destacando a pressão de se trabalhar nestes locais.
“Os estádios ‘brabos’ hoje são os mais acanhados. Estádios pequenos sempre são os mais difíceis. Baenão e Curuzu são estádios acanhados, a pressão é imensa. As arenas acabaram muito com esse fervor, mas esses estádios, especialmente no Pará, apesar de pequenos, têm uma pressão absurda. Eu, particularmente, gosto desse clima”, afirmou.
Ao detalhar o seu “Top 5”, Marcelo de Lima Henrique reforçou que os palcos da dupla Re-Pa dividem o primeiro lugar como os mais complicados para a arbitragem.
“Empatados em primeiro, Baenão e Curuzu. Baenão do Remo e Curuzu do Paysandu. Não estou sendo hipócrita, não. Ali é complicado de apitar. A Vila Belmiro é difícil, sim. São Januário sempre teve muita pressão e sempre vai ter. Isso é um fator que o clube precisa saber lidar. Já o Barradão é um estádio nesse molde antigo, com torcida que pulsa, mas é gostoso de trabalhar”, destacou.
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Na temporada atual, Remo e Paysandu voltarão a mandar partidas em seus estádios tradicionais. Com o Leão Azul disputando a Série A do Campeonato Brasileiro, o clube avalia a possibilidade de realizar alguns jogos da elite no Baenão, além de partidas do Campeonato Paraense e da Copa Norte. No entanto, o Mangueirão seguirá como o principal palco azulino em 2026. Já o Paysandu planeja manter a Curuzu como sua principal casa na temporada, levando apenas alguns jogos específicos para o Mangueirão.
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