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Decisivo, Vini Junior assume protagonismo na Seleção Brasileira

Atacante somou um gol e uma assistência na vitória em cima do Haiti nesta sexta-feira (19)

Felipe Campo, direto da Filadélfia

Dois gols e uma assistências. Esses são os números de Vinícius Júnior na Copa do Mundo da FIFA 2026. O camisa 7 do Brasil, que sempre foi cobrado pelas atuações no último ciclo de mundial, finalmente emenda duas boas atuações com a camisa da Seleção Brasileira e justamente no maior competição do mundo.

Contra o Haiti, o jogador do Real Madrid teve um primeiro tempo excelente, com um gol marcado, uma assistência para Matheus Cunha e uma finalização que gerou o gol do próprio Matheus Cunha no rebote - o primeiro da Seleção na vitória por 3 a 0.

Por falar no camisa 9 do Brasil, no segundo jogo da fase de grupos, a boa atuação de Vini se deu também pelo posicionamento de Matheus Cunha. O centroavante tem como característica sair bastante da grande área e abre espaço para Vinícius atacar a profundidade e Lucas Paquetá acabava compensando pelo lado esquerdo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora, resta a partida contra a Escócia, em que o Brasil precisa ganhar para garantir o primeiro lugar do grupo. Até lá, Neymar ainda não deve retornar e é importante que o camisa 7 siga bem e como protagonista da Seleção. 

Problemas!

Se Vinícius Junior é destaque, o mesmo não serve para o Raphinha. O jogador do Barcelona fez um jogo melhor que na estreia, mas acabou pecando em algumas decisões e saiu machucado no primeiro tempo. O atleta será reavaliado em Nova Jersey para saber a gravidade da lesão. 

Verticalidade x Troca de passes

Mesmo com a boa vitória diante do Haiti e a fragilidade do adversário, uma característica da Seleção Brasileira ficou ainda mais evidente: a força na verticalidade. 

Os três primeiros gols foram marcados em jogadas onde o time retomou a bola no meio de campo e saiu em velocidade. 

Por outro lado, o Brasil não conseguiu superar a retranca haitiana por meio de trocas de passes ou infiltrações em momentos de organização ofensiva. Neymar (ainda) pode ser este jogador?

Longe da nota 10!

Apesar dos três pontos, o Brasil não fez um bom segundo tempo e viu o Haiti ser perigoso no ataque e criar algumas oportunidades. A seleção diminuiu o ritmo, chegou a ter bola na trave e gol impedido, mas muito aquém do primeiro tempo.